colaborações publicadas
Um casarão do século XVIII que já teve como morador o poeta Gentil Homem de Almeida Braga, hoje sede do Departamento de Assuntos Culturais da UFMA, tornou-se o maior e mais movimentado espaço cultural do estado. Não há no Maranhão nenhuma entidade ou instituição ligada à cultura que tenha programação tão extensa e variada quanto a que o DAC apresenta durante todo o ano. Mas, para...
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Depois de duas exposições fotográficas, Arte Pública em São Luís do Maranhão e a A Última Arte, o arquiteto e professor universitário José Marcelo do Espírito Santo prepara o lançamento sobre a arte pública encontrada nas ruas, becos e avenidas da capital maranhense. O arquiteto paulista estuda esse tema há 15 anos.
Arte Pública em São Luís do Maranhão reúne 50 imagens de obras,...
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Um acervo raro. De uma importância fabulosa para a história do Maranhão. Tão importante que despertou o interesse de nomes como os dos escritores João Lisboa, Gonçalves Dias e de muitos pesquisadores. Essa obra que tanto furor causou nos intelectuais maranhenses nos séculos XVII ao XIX consiste nos manuscritos originais dos Livros da Câmara de São Luís, uma das mais ricas obras...
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A paixão do professor universitário Carlos Menezes pelo bumba-meu-boi remonta aos tempos de morada na terra do maracatu. "Quando vim para cá, eu conhecia pouca coisa do bumba-boi, mas o pouco que eu sabia já me deixava entusiasmado. Ao chegar aqui, saí em busca dos discos da brincadeira, nas lojas especializadas, sebos, nos centros de cultura, enfim. Consegui reunir um bom material,...
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Nas letras, na música, nas artes plásticas ou na imortalidade da Academia, um nome muito singular da cena maranhense passeia e repousa tranqüilamente, o José de Ribamar. Muitos deles estão reconhecidamente entre os melhores dos seus ofícios.
Na terra de São José de Ribamar, são muitos os "afilhados" do Santo, alguns ilustres e outros nem tanto. As promessas ao santo padroeiro...
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Em Alto Alegre do Pindaré, a 239 km de São Luís, uma iniciativa está ajudando professores e alunos a disseminar o gosto pela leitura nas comunidades, tanto da zona urbana quanto da zona rural. Trata-se do Projeto Jegue-Livro, uma espécie de biblioteca ambulante. Uma vez por mês, um jegue com jacás (uma espécie de cofo de fibra vegetal) de livros, conduzido por jovens leitores, sai...
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O compositor Chico Saldanha disse certa vez que "no mês de maio tá todo o povo ensaiando". Com certeza nesse período as fogueiras já estão queimando. Em alguns terreiros da Ilha já ecoam os sons das matracas, zabumbas, maracás e pandeirões. Longe dos ensaios do bumba-meu-boi, personalidades da cultura, assim como Chico Saldanha, encontraram no bumba-boi a inspiração para escrever...
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Uma barraca de praia com música e pratos de frutos do mar saborosos.
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Frutos do mar e peixes são a base da culinária maranhense.
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Restaurante especializado em comidas regionais.
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Um restaurante criado nos anos 70. Foi o primeiro do gênero a ser nominado de 'base'.
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Um restaurante que já funcionou como peixaria.
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Centro de compras de produtos artesanais.
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A principal bilblioteca pública da capital, ainda mantém obras raras em seu acervo.
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Festejo religioso no povoado Santa Clara, no município de Humberto de Campos - a três horas de São Luís.
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Um misto de bar e casa de shows, que tem, como ponto forte, as festas de reggae.
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Uma farmácia especializada em bebidas regionais, que tem como proprietário o Seu Tonico, pai do cantor Zeca Baleiro.
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Um bar/loja especializado(a) em vinhos.
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Uma área de preservação ambiental a 24 km do Centro de São Luís.
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Um laboratório de expressões artísticas. Foi criado nos anos 70 e sobreviveu a todas intempéries culturais do Estado.
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Um boteco num bairro da periferia de São Luís.
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Um restaurante especializado em peixes e mariscos.
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É um mix de restaurante, bar, cafeteria.
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Um boteco de cachaças regionais: são mais de 150 sabores de pinga produzidos pelo dono da cachaçaria.
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É o memorial dos bairros da Praia Grande e Desterro.
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Um dos mais antigos terreiros de mina gegê do país.
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Atelier e morada dos principais artistas plásticos locais.
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É o maior prédio de azulejos do país, em estilo colonial.
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Um centro que reúne cinema, teatro, biblioteca e oficinas de artes.
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A praia mais próxima do Centro de São Luís.
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Uma praça onde antes foi a sede do jornal 'A Pacotilha', em meados do século XIX. Também conhecida como Praça Poeta Valdelino Cécio.
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Situada no inicío da Avenida Litorânea. É uma das praias com melhor infra-estrutura da cidade. É a preferida da galera mais jovem.
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Importante terreiro de mina gegê nagô.
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Um festival de cinema e vídeo que reúne jovens realizadores do país.
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Festival de música competitiva voltado para o reggae.
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A oficina de trabalho de um dos mais importantes artesãos maranhenses, o Pedro Piauí, que constrói instrumentos musicais de percussão. Há 30 anos, o artesão se dedica à confecção desses instrumentos muitos utilizados nos grupos folclóricos do Estado.
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Um encontro musical onde qualquer pessoa pode tocar ou cantar no palco armado no Bar do Adalberto. José Maria Medeiros, criador da festa, se diz líder da maior banda do mundo.
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Recanto pitoresco no centro da cidade. Famosa e lendária pelos seus túneis, foi construída em 1796.
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Localizada em frente ao Largo do Comércio, hoje ainda comercializa frutas e bebidas regionais (como a tiquira), artesanato, doces, víveres, peixes e mariscos.
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Restaurante de comida regional, especializado em peixes e frutos do mar.
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Palácio sede do governo estadual. Sua história se confunde com a da própria fundação da cidade de São Luís. Ostenta um imponente estilo neoclássico e possui um rico acervo de gravuras e obras de arte.
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A Festa do Divino Espírito Santo rememora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. É uma das mais expressivas festas do calendário religioso do Maranhão, principalmente no eixo São Luís-Alacântara.
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O sebo Poeme-se, mais destacado espaço de comercialização de livros, CDs e discos usados de São Luis.
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Festival literário na balneária cidade de São José de Ribamar.
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Concluído em 1763, nunca foi usado e logo estava em ruínas. Seus dois canhões, por causa de um erro de posicionamento, não conseguiriam atingir alvo algum. Foram confiscados pelo Império quando a cidade ousou resistir à independência do país.
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Centro de estudos, e museu de arqueologia e paleontologia do Marannhão.
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O lugar é um santuário natural formado por ilhas, baías, enseadas e estuários onde os rios deságuam em meio a florestas de manguezais.
O nome deve-se às belas aves de plumagens vermelhas, muito comuns na região. Envolve os municípios de Cururupu, Cedral, Mirinzal e Porto Rico do Maranhão.
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Antigo mercado de negros. Lá eram depositados os escravos que desembarcavam em São Luís para serem leiloados.
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Restaurante na Praia do Calhau.
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A princípio chamada de Bela Vista, esta é a rua onde moravam alguns dos mais poderosos senhores de Alcântara. A mudança de nome viria da tristeza das mães que dali viam os filhos embarcando para estudar em Lisboa; mas outra versão lembra que ali ficava originalmente o pelourinho, onde eram castigados os escravos desobedientes. Descoberto por indicação de uma escrava, o Pelourinho...
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Antigo Convento dos Mercedários, inaugurado pelo Padre Antonio Vieira, em 1654.
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Funciona num sobrado do século XIX. Seu acervo inclui imagens dos séculos XVIII e XIX.
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Segundo mais antigo do Brasil. Foi fundado, com o nome de Teatro da União, por dois comerciantes portugueses em 1817. No projeto original, o teatro se estenderia até o Largo do Carmo, mas acabou reduzido por um veto da Igreja. Baseado no chamado teatro de platéia italiano, em formato de ferradura, apenas em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado,...
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Revela, através de seu acervo em permanente exposição, toda a riqueza da produção da cultura popular do Estado. Podem ser vistos no local indumentárias e adereços das principais manifestações folclóricas do Maranhão. O belo casarão colonial, onde funciona, é por si só uma atração.
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Capital brasileira do reggae, São Luís tem mais duas centenas de clubes do estilo. As radiolas (aparelhos de sons gigantescos), esparramam o ritmo manhoso pelos quatro cantos da ilha. O reggae maranhense se dança coladinho, agarradinho, coxa com coxa.
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Um complexo de lazer construído em volta da Lagoa da Jansen, servido de ciclovia, pista de cooper, quadras de tênis e quiosques.
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Um bar de ambiente inusitado no Mercado do Vinhais. Decorado com taxímetros, telefones, máquinas de escrever, rádios (da década de 30), instrumentos musicais e outros objetos, além de milhares de capas de discos de vinis penduradas nas paredes. A cerveja é sempre bem gelada.
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Um dos mais belos exemplares da arquitetura colonial portuguesa. Funciona num belo sobrado do século XIX. O acervo é organizado de modo a reproduzir os costumes da época. Possui um pequeno teatro e uma galeria de arte.
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Antigo galpão comercial do Bairro da Praia Grande adaptado para abrigar um teatro experimental que serviria para realização de programações artístico-culturais, difundindo a arte e a cultura nas suas diferentes manifestações e formas de expressão.
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Espaço destinado a representar e preservar o Auto do Bumba-meu-boi, nos seus vários sotaques.
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Uma sobremesa de coco saborosíssima. É a especialidade de doceiros da cidade de Alcântara.
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Sobrado de dois pavimentos em estilo colonial, é a 'Sede do Império' durante a festa do divino. Os objetos ligados à festa, como altares e instrumentos, ficam guardados nesta casa.
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Um restaurante numa vila de pescadores a meia hora de São Luís.
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Foi criada em 1973. Tem por objetivo o ensino da música, formando instrumentistas e cantores. A Escola de Música Lilah Lisboa oferece cursos de formação técnica em Música, nas seguintes habilitações: bateria, canto, cavaquinho, clarinete, contrabaixo, flauta doce, flauta transversa, guitarra, percussão, piano, saxofone, trombone, trompete, violão popular, violino.
O curso completo...
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Instalada em antigo casarão colonial, a Cia. Circense realiza espetáculos teatrais, de mímica, de circo e de música, além de engraçadíssimos shows infantis.
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Tem, em seu acervo, uma coleção de azulejos e obras de artistas plásticos maranhenses de várias gerações.
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Restaurante na Praia de Alcântara. Tem uma vista da cidade e de São Luís linda. Faz a comida no fogão a lenha.
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Grande extensão de muralhas. Antigo cais da capital maranhense, que até hoje funciona como atracador do porto de São Luís.
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A Casa de Cultura Josué Montello tem a finalidade de promover estudos, pesquisas e trabalhos nas áreas de Literatura, Artes, Ciências Sociais, História e Geografia do Maranhão.
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O Casa de Nhozinho é um museu que homenageia o importante artesão que fabricava brinquedos para crianças pobres, além de retratar o cotidiano do maranhense, o artesanato indígena, a cerâmica e utensílios de pesca.
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Paraíso ecológico com 155 mil hectares de dunas, rios, lagoas e manguezais. Raro fenômeno geológico, foi formado ao longo de milhares de anos através da ação dos ventos. Suas paisagens são deslumbrantes: imensidões de areias que fazem o lugar assemelhar-se a um deserto.
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Uma escadaria de largos degraus em cantaria e limitada por seus sobrados coloniais.
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