Esta noite, espantarei a tristeza
Como já fiz isso outros dias
noutras noites insossas insones
Vinha já, saltitante, se adonando
Querendo um canto, espantada
Apresentei-lhe minhas saudades
O coração acelerou em descompasso
Desaprumou-se ela dos eixos
Corrigiu desencaixados os rumos
Saudades, da minha amada
Sem queixumes, nem olvido
A pequenez sorrateira malfadada
Nem feitiço logrou, não incorporou
Sequer tocou-me o corpo a tristeza
Era a lembrança tua a eriçar-me pelos
Saudades em grande alarde
Deixa o demais pouco sem graça
A tristeza retornou para nenhures
Eu, já pensando no amor alhures
Surpreendi-me acariciando teu corpo
Estás em sonhos a meu lado
O coração, ignorante do tempo, apaixonado
Saudades em grande alarde
Deixa o demais pouco sem graça
Salve Gaúcho...rsrsrs...Gostei muito de tuas poesias e acompanharem suas obras diariamente...Morei a pouco tempo em Poa e sei que esta cidade revela o grande ser poético que existe dentro de cada um de nós...Um forte abraço....
Rodrigo Eslabão · Pedro Osório, RS 2/7/2009 13:10
ahhhhh essa paixao que fica
empregnada em todos os nossos sentidos!!!
adorei esse poema, mto.
bjs♥;;
Ize,
Quão gentil sempre és. E agradeço a pesença e o beijo.
Cláudia,
do amor que se nos encharca os sentidos... sinto e digo.
fico feliz e gostei de gostares.
Rodrigo,
Sim a cidade mexe um tanto, mas a distância aumenta o que ela mexe e, com certeza... isso fortalece os entimentos.
Agradecido por tua companhia.
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