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Se a arte desintegra, o poema é entrega
Ousadia é teu nome
Fantasia o apelido.
Sobrenome despudor
Codinome, amor!
Uma inspiração assim tão bela
tanto bela resulta no que dela
dizes. E quem assim inspira, que
talvez, somente, ganha alma se
ainda não a tem, ou se ilumina
se tanta vibração. É a canção!
E, vê! Já está pronta como um
pas des deux, paixão incomum.
sobre a obra
Toda vez que acordo, quero fazer o que sonhei.
Toda vez que sonho, quero nele quem mais amei
tags: Porto Alegre RS poesia desintegracao entrega
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