Tenho sentido a tua ausência
Dói toda a extensão do meu corpo
Alvo sou de vasto sentimento
Que dá vazão aos meus fortes ímpetos.
Quase sempre me lembro de ti
No meu caminhar árduo e diário
Na execução do meu comum trabalho
Tens sido uma constante razão.
Reclamo tua criança bonita
Portadora de uns olhos marotos
Dona de um sorriso magnético
Possuída de palavras embargadas
Atenta, quero decifrar o resto.
É tão forte a sensação que sinto
Da falta acentuada que me fazes
Que vezes o sono me despreza
Ou então sonhos diversos me sobressaltam
Pondo-me presa como se só um animal fosse.
Tento dominar as barreiras malditas
Que teimam em me fazer sofrida.
Passam os dias e as suas noites
E fico preenchida dessa falta.
Vem, não desperdicemos o tempo
Fiquemos protegidos e embalados
Reciprocamente nos quatro braços amigos.
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Do livro “Caminhos Ainda”, Edição da autora / APL – Academia Piauiense de Letras, Teresina, 1991, página 34.
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© Direitos reservados.
Tenho sentido a tua ausência
Dói toda a extensão do meu corpo
Alvo sou de vasto sentimento
Que dá vazão aos meus fortes ímpetos.
Quase sempre me lembro de ti
No meu caminhar árduo e diário
Na execução do meu comum trabalho
Tens sido uma constante razão.
Reclamo tua criança bonita
Portadora de uns olhos marotos
Dona de um sorriso magnético
Possuída de palavras embargadas
Atenta, quero decifrar o resto.
É tão forte a sensação que sinto
Da falta acentuada que me fazes
Que vezes o sono me despreza
Ou então sonhos diversos me sobressaltam
Pondo-me presa como se só um animal fosse.
Tento dominar as barreiras malditas
Que teimam em me fazer sofrida.
Passam os dias e as suas noites
E fico preenchida dessa falta.
Vem, não desperdicemos o tempo
Fiquemos protegidos e embalados
Reciprocamente nos quatro braços amigos.
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Do livro “Caminhos Ainda”, Edição da autora / APL – Academia Piauiense de Letras, Teresina, 1991, página
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