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Observatório
Instituto Overmundo Durante os seus já 2 anos e meio no ar, o Overmundo viu a sua proposta de difusão cultural e colaboração online desdobrar-se não apenas na vasta comunidade formada em torno do site, como em novas iniciativas movidas pelo espírito de compartilhar, enriquecer e disseminar a experiência acumulada. Agora, um espaço institucional há muito tempo planejado vai ser o catalisador e o abrigo... > leia
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Fórum · Conversas sobre cultura de todo o Brasil Escrever é fácil para você? Como é o seu processo de escrita?
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Mensagem |
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apple
Juiz de Fora, MG
4/2/2007 12:26 |
"Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca as idéias." Pablo Neruda |
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apple
Juiz de Fora, MG
4/2/2007 14:09 |
"escrever é fácil
difícil é encontrar um tema palpitante, uma forma ousada, capazes de atravessar o deserto de novos autores para aportar no oásis de uma grande editora. esta travessia eu pretendo fazer, espero ter talento suficiente."
Noga Lubicz Sklar |
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jjLeandro
Araguaína, TO
4/2/2007 15:17 |
Ol, Criss!
Fui convidado por vc a opinar e estou aqui.
Meu processo criativo é simples: 20% habilidade e 80% formação.
nos contos longos e no romance que já escrevi a habilidade (intuição) determinou o tema, a história e a formação o conteúdo, o deslindar da trama.
Acho essencial a leitura, que é o aprimoramento de qualquer autor ou pretendente a autor. Não pense quem quer que seja que só o seu talento vai determinar o sucesso. Sem muita leitura, formação, ele poderá ter a idéia e ela ficar sem sequência.
O aprendizado, como em tudo na vida, é essencial à arte literária. É ele que vai trazer a experiência no ofício.
abcs |
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Marcela Fells
Belo Horizonte, MG
4/2/2007 15:23 |
Eu não gosto muito.. é dificil e eu sou chatinha com meus textos, mas como eu tenho mtas idéias ep reciso concreiza las de algumar forma, eu achei que escrever sria uma boa coisa para se fazer. |
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apple
Juiz de Fora, MG
4/2/2007 17:02 |
Bom estarem colaborando... Isso permite a troca de experiências!
Obrigada pela participação
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José
Criciúma, SC
4/2/2007 17:53 |
Olá, Criss!!
Concordo com Pablo Neruda.
Escrever para mim funciona como uma terapia, no meu caso está ligado a minha missão (vocação). Escrevo com prazer, corro com prazer, trabalho com prazer e vivo prazerosamente... É, isso!
Agradecido, José
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apple
Juiz de Fora, MG
4/2/2007 20:09 |
A sua alegria e a sua disposição são contagiantes, José!
Beijos |
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Rangel Castilho
Anastácio, MS
4/2/2007 23:45 |
Oi Criss!!!!!
Faço tudo prá escrever só o que sinto!
Admiro muitos poetas e escritores, seus estilos, suas idéias, mas
não os uso, acredito no inusitado, no original.
Acredito no que sinto, no que penso e muito mais,
acredito na força que dá brilho ao sol!
PS. Jogo muito texto fora, reescrevo muito mas, o que considero
bom de primeira, nunca faço correções.
Parabéns pela iniciativa. |
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apple
Juiz de Fora, MG
5/2/2007 05:21 |
Hummm... Nossa q profundo, Rangel! |
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Saramar
Goiânia, GO
5/2/2007 07:19 |
Cris, muito interessante sua idéia.
Para mim, ler o que os outros contam sobre seus métodos é um aprendizado.
Nem posso dizer que tenho um processo. Como sou novata (escrevo há pouco mais de um ano), ainda uso muito a intuição. Porém, leio bastante, leio muito e isso me ajuda, claro.
Geralmente, tenho alguma idéia, ou uma palavra ou frase ou tudo isso junto desperta uma sensação e fico em torno dela, elaborando mentalmente, cercando-a, antes de escrever.
Raramente reescrevo e isto é um "defeito" que ainda preciso corrigir.
Aliás, ando pensando em reescrever vários dos meus poemas.
Quanto aos textos poéticos, são fruto dos meus sonhos e desejos e andam cada vez mais se aproximando da poesia.
Obrigada por esta oportunidade de falar sobre o assunto.
beijos |
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Clara Bóia
Blumenau, SC
5/2/2007 09:19 |
Oi Criss. Obrigada pelo convite a responder.
Gostei das opiniões dadas até agora.
Bom, eu não sou escritora, nem aspirante a escritora. Acontece que eu tenho uns momentos onde uma idéia vem e pronto; pode ser dentro do ônibus, lavando louça, tomando banho ou o que seja. Aí é só escrever: vem que nem um brainstorm. Às vezes acho que é só uma sintonia com alguma idéia que estava no ar, por isso não me sinto muito à vontade para interferir no que escrevo.
Um abraço. |
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Alana*
Belo Horizonte, MG
5/2/2007 10:07 |
Quando eu me percebi vivendo, dona do meu destino, passei por grandes conflitos entre eu e eu mesma e isso me inspirou a escrever bastante no inicio da minha adolescência.
Ao superar minha revolta e indguinação com o mundo, superei também alguns anos de depressão e toda a minha inspiração para os contos e poemas acabaram...
Hoje em dia quando tenho que criar um poema ou conto fico completamente perdida...
Como dizia Vinicius de Moraes: "não sou mais poeta, ando tão feliz"....
Sei que a felicidade pode trazer muita inspiração mas quando estou feliz penso apenas em curtir o momento e não desejo escrever nada sobre ele. Já a tristeza e as incertezas me deixam muito mais inspirada pois assim posso superar os problemas e criar um mundo melhor, mesmo que seja somente na minha imaginação...
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Luna Gitana
Angico, TO
5/2/2007 10:12 |
Olá, Criss, obrigada pelo convite.
As histórias estão por aí, soltas no ar. Nas mesas de boteco, no papo ao telefone, na notícia do jornal, até mesmo naquele jornal mais ?povo?(principalmente neste).
Escrever é deixar fluir e cortar arestas. O difícil para mim não é escrever, mas sim deixar de lado as histórias ?paralelas? que vêm surgindo. Se não me policiar, os meus contos perdem as características de um conto e ficam sendo algum monstro sem definição, entre romance e conto, talvez uma novela?
Deve-se ler outros autores. Principalmente aqueles que foram escolhidos como os cânones da nossa literatura. Se a pessoa ama Paulo Coelho, deve mesmo ler Paulo Coelho: esse homem há de ter algo de bom para encantar tanta gente em todo o planeta. Mas na hora de aprender, de estudar, temos que buscar na fonte da perfeição.Jamais para imitar, mas para aprender como se faz.
Não tenho medo de cortar o texto: em literatura, o menos é mais.
Redigir bem ,até mesmo um texto jornalístico, isso se consegue estudando. Mas para escrever um texto literário além da técnica tem de haver o dom. Então penso que escrever é dom junto com técnica e um pouco de perfeccionismo.Pena que não há campo para o novo autor.
Um Abraço a todos.
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Charlot
Recife, PE
5/2/2007 10:48 |
Escrever é por a vista uma boa ou má idéia. Daí se torna facil ou difício escrever, ou melhor é transformar em palavras da forma mais simples e compreenciva o que pensamos. |
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Daniel Duende
Brasília, DF
5/2/2007 10:53 |
Não sei dizer se é fácil ou difícil. Por vezes acredito que escrever é algo que se faz, que se decide e se coloca em prática, com disciplina e método e vontade. Por vezes sinto que escrever é algo que acontece, que vem como um fluxo, e que a nós cabe apenas não obstarmos seu acontecer.
Sou um escritor muito indisciplinado. Por mais que tente, não consigo ficar trabalhando compenetradamente sobre um texto. Tantas dezenas de vezes abandono um conto ou fábula no meio, para nunca mais voltar. Perco o tesão, a estória se esvazia para mim. Sobram pedaços, fragmentos, soltos na gaveta digital do meu computador.
Cada um de meus contos e fábulas, aqueles que chegaram a se formar e nascer realmente, surgiu ao seu modo. Não há como traçar entre eles um padrão fácil no qual possa afirmar que tenho um método. Na Saída veio de um pesadelo, e anos depois foi retomado para tomar a forma que obteve ao ser publicado aqui no Overmundo. Já Melhores Venenos foi um desabafo bêbado escrito em uma noite que já virava amanhecer, há bastante tempo.
Reflexões sobre o fio de uma faca surgiu de uma frase ("abria suas pernas com docilidade, e a isso chamava amor..."), que depois virou um fragmento anotado em meu caderno de poesias, que por sua vez foi lido e aplaudido em um sarau, que por sua vez virou um conto, foi abandonado por anos, retomado, novamente abandonado, e então por fim retomado, modificado, polido, novamente abandonando e, ufa, enfim retomado e publicado aqui. No "Reflexões" eu realmente trabalhei um bocado.
Meu mais novo conto, Transgressão. (atualmente ainda na fila de votação), surgiu inteiro e completo, sem titubeios, enquanto eu caminhava da mesa de almoço até meu quarto. Ele simplesmente surgiu, e eu apenas precisei escrevê-lo, mas já sabia de antemão tudo que iria dizer, e quais palavras deveria usar. Foi um processo delicioso e estou até agora entendendo todas as entrelinhas do conto que escrevi. Apesar da cara de "conto complicado", é o meu conto predileto, e é simples.
Por sua vez, A moça acenando na janela foi inteiramente imaginado a partir de uma imagem que vi enquanto caminhava pela noite do Sudoeste, bairro de Brasília. A partir daquela imagem fui tecendo uma estória ao longo da caminhada, e quando cheguei em casa, transcrevi da melhor forma. Anos depois, retomei aqueles escritos e deia a eles sua forma final.
A resposta já está ficando meio longa, e eu sou mesmo um tagarela assumido, mas gostaria de completar que este dilema entre a "escrita natural" e a "escrita como trabalho duro" existe dentro da classe dos escritor desde tempos imemoriais. Marguerite Yourcenar levou anos escrevendo, jogando fora, reescrevendo e revisando seu "Memórias de Adriano". Por outro lado, Kerouac e Bukowski afirmavam em certas ocasiões que sua escrita simplesmente vinha, e que não dava trabalho maior do que sentar e escrever.
Por fim, se há algum processo para se escrever? Há sim. Há tantos quantos escritores houver. Experimente e descubra o seu, e não se prenda a ele...
Há sempre muitas, caleidoscópicas, formas de se fazer arte.
Abraços do Verde. |
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Daniel Duende
Brasília, DF
5/2/2007 10:58 |
Concordo e discordo da Luna Gitana.
Concordo quando ela diz que é necessário se ler muito para se buscar inspiração e técnica. Vou além, digo que é necessário se ouvir muita música, se dançar muito, se cantar e se encantar muito, se andar muito no mato e na cidade, se apaixonar muito, se chorar muito... em suma... para se escrever, há de se viver muito para ver como é, e sentir.
Por outro lado, discordo dela quando diz que não há espaço para o novo escritor. O mercado muda, e novos modelos de negócio (e uma nova noção de "espaço literário") começam a se conjurar. O Overmundo é uma instância destes novos modelos. Esperem e verão. Espaço há, basta ter a vontade e a visão para ocupá-lo (e não ficar apenas esperando um editor descobrir suas palavras soltas por aí...).
Abraços apertados do Verde. |
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Luna Gitana
Angico, TO
5/2/2007 12:36 |
Olá, Daniel Duende Verde.
Concordo com você plenamente: a inspiração vem do viver, do COMviver, do olhar apurado sobre fatos que para muitos são corriqueiros, e para o escritor é fonte de inspiração.
De fato eu quis dizer que com os grandes mestres eu procuro aprender a técnica, o COMO FAZER. Ou seja, a arte da estética. A inspiração, essa me é ofertada pela própria vida.Como tão bem nos disse o colega aí em cima , um simples abrir de janela , quando estamos com os ?canais abertos? pode ser fonte de grande criação .Obrigada.
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Daniel Duende
Brasília, DF
5/2/2007 12:42 |
Olá, Daniel Duende Verde.
Concordo com você plenamente: a inspiração vem do viver, do COMviver, do olhar apurado sobre fatos que para muitos são corriqueiros, e para o escritor é fonte de inspiração.
De fato eu quis dizer que com os grandes mestres eu procuro aprender a técnica, o COMO FAZER. Ou seja, a arte da estética. A inspiração, essa me é ofertada pela própria vida.Como tão bem nos disse o colega aí em cima , um simples abrir de janela , quando estamos com os ?canais abertos? pode ser fonte de grande criação .Obrigada.
Concordo com o aprendizado, ou absorção, das formas propostas pelos "grandes mestres", sejam eles quem forem. Os pequenos mestres, e os comuns, também nos tem muito a ensinar neste quesito. A língua é mágica, é meio de encantamento, é tarot onde muitos só enxergam baralho de jogar. Os resquícios da grande arte do falar, do contar, do tecer histórias estão espalhados em todas as narrativas. Cabe a nós procurá-los, catá-los como conchas preciosas na praia do dizer, e tentar amoldá-los à nossa tapeçaria de histórias e recoleções de vida.
Viva o ofício do tecelão de palavras, que não é novo nem velho, é apenas o que é, desde que se começou a falar e escrever...
Abraços do Verde. |
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Antonio Rezende
Palmas, TO
5/2/2007 13:31 |
Viu como Neruda foi curto e vago (pra não dizer grosso, no bom sentido do ditado)?
Pois é, Criss. Eu escrevo pouco e ainda estou naquela de perceber se levo mesmo jeito para fazer versos, prosa besta e fotografia. |
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Rafael Campos
Belo Horizonte, MG
5/2/2007 14:49 |
Pra mim, que ainda estou engatinhando, escrever é persistência e treinamento. Por isso procuro escrever, escrever, escrever, para enfim, densenvolver uma bom texto. Claro, que uma pitada de talento ajuda!
abs!
ps: muito bacana, o tópico! |
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Marcela Fells
Belo Horizonte, MG
5/2/2007 17:31 |
Eu acho que a escrita q tem q gostar da gente, não nos de escrever... e tem que ter talento, muito. |
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Giordano Bruno
Londrina, PR
5/2/2007 17:43 |
Eu recebi o convite, mas nunca fui chamado de escritor.
Eu sei o que escrevi depois que eu terminei.
As idéias fluem livremente.
Eu não sei como os outros escrevem.
Eu nem sei como eu escrevo, mas o faço para que tenha alguma utilidade, porque aquilo que eu vejo que não tem utilidade eu também não divulgo. Ou o que você faz com o lixo em tua casa? Você não queima? Então, o que não me serve eu lanço para queimar.
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José
Criciúma, SC
5/2/2007 18:13 |
Eu acho que a escrita q tem q gostar da gente, não nos de escrever... e tem que ter talento, muito.
Olá, Marcela!!
Fiquei intrigado com seu comentário e gostaria de melhor entender: como fica que gosta de escrever?? E o que é ter talento??
Agradecido, José |
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apple
Juiz de Fora, MG
5/2/2007 19:01 |
O papo está ficando bom! Interessante saber a visão dos outros, a experiência alheia e debater visando o aprimoramento mútuo.
(Pena não haver uma versão para impressão. Todavia sempre poderemos recorrer a esse tópico para buscar inspiração...) |
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apple
Juiz de Fora, MG
5/2/2007 19:02 |
Claro q cada um aproveitará conforme a sua conveniência e a sua oportunidade... |
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apple
Juiz de Fora, MG
5/2/2007 19:04 |
Não q esse tópico vá formar escritores, lógico! Todavia poderá dar uma "mãozinha" despretenciosa... |
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Giordano Bruno
Londrina, PR
5/2/2007 21:12 |
Então, eu escrevi uma poesia sobre Urânia, uma inspiração dedicada à comemoração do grande Jubileu, dos dois filósofos que marcaram a nossa história e escreveram sobre as Luminárias dos céus; Galileu e Giordano Bruno. |
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Haragano
Brasília, DF
5/2/2007 21:18 |
As coisas que foram ditas aqui formam um ótimo painel. O processo criativo é pessoal. Para uns insight, para outros, um parto trabalhoso e dolorido. É um privilégio essa partilha. De minha parte, penso que há um dom, uma sensibilidade, um modo ver e de ouvir que nos predispõe a escrever. Depois, vem a leitura, condição sem a qual não. Tenho por vezes o impulso da escrita; noutros casos, há aquela idéia que me incomoda por muito tempo até ganhar forma. Reescrevo interminavelmente. Chega uma hora em que olho as as peças e elas me parecem encaixadas. Mas há sempre o perigo de voltar com a tesoura na mão... |
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Marcela Fells
Belo Horizonte, MG
5/2/2007 22:18 |
Eu acho que a escrita q tem q gostar da gente, não nos de escrever... e tem que ter talento, muito.
Olá, Marcela!!
Fiquei intrigado com seu comentário e gostaria de melhor entender: como fica que gosta de escrever?? E o que é ter talento??
Agradecido, José
José, em ralação ao talento eu quis dizer que não adianta mesmo ficar dando murro em ponta de faca, saca? tem muita gente que não nasceu, e continua fazendo a coisa. |
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Spírito Santo
Rio de Janeiro, RJ
5/2/2007 23:12 |
Com certeza não é fácil não, Criss (quero dizer, escrever mesmo, assim, sempre). A dificuldade maior é que, pra se chegar a um certo ponto que nos satisfaça (e que não chega nunca) o trabalho é sempre insano.
Quanto mais se mexe melhor fica mas nunca fica bom o suficiente. No dia seguinte, no mês seguinte, não importa, sempre uma coisinha ou outra que ficou fora de lugar precisa ser acertada, suprimida, acrescentada, recolocada. Sei lá... Enlouquecedor.
Vocês não acham que escrever é uma coisa assim meio compulsiva, meio vício? Se não, como seria possível, sabendo de antemão da inatingibilidade evidente de nossa pretensão, insistir em chegar ao tal ponto de perfeição ao qual não se chegará jamais? Além disso, se são tantas as possibilidades de se dizer uma mesma coisa, tão relativas as formas de se compreender algo, de se ouvir uma mesma história, como encontrar a melhor maneira de contá-la? E as tais entrelinhas que nem a gente que criou a história imaginava que poderiam existir, interferindo, levando a história para outros sentidos insuspeitados, alguns as vezes até indesejáveis, insuportáveis para nós que passamos então a nos arrepender amargamente da coisa ter descambado no abismo de algum mal entendido?
Sei lá...Tem gente que acredita em escolas e fórmulas para apressar o domínio deste misterioso ofício, tão dependente do tempo quanto do espaço, da experiência transcorrida. Ansiosas, estas pessoas estudam esotéricos esquemas que explicitam as ações de arquétipos psicanalíticos, encadeados em jornadas mitológicas recorrentes do tipo 'A Jornada do herói' e outros manuais (adorados por muitos jovens roteiristas de cinema, vocês os conhecem?)
Mas acho mesmo que escrever é coisa assim meio imponderável, imprevisível. Afinal, como se poderá prever que uma pessoa vai realmente se transformar em escritor ou escritora um dia? E se não é uma predestinação genética, se não se aprende na escola, é o que então? É óbvio que é preciso ler bastante e observar muito a alma humana (coisas que demandam tempo) mas isto é essencial para qualquer ser humano, até mesmo para aqueles que jamais escreverão uma linha sequer um dia.
Agora, escrever mesmo, acho que é um ato possível apenas para os mais insanos, os mais compulsivos, aqueles que não conseguem viver sem se embriagar da endorfina destilada no ato de escrever, tanto faz se um romance, uma planilha de Excel, um poema ou uma bula de remédio...Sei lá. Só sei que, fácil definitivamente não é. |
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tarokid
Machado, MG
6/2/2007 00:51 |
NEM SEMPRE É FÁCIL. DE VEZ EM QUANDO ME DEPARO COM UM GRANDE MURO QUE TENHO DE SUBI-LO E DESCUBRO QUE ALÉM DELE TEM OUTROS. EM OUTRAS PALAVRAS, TEM HORA QUE ESCREVER FLUI FACILMENTE, MAS HÁ DIAS QUE O MAIS DIFÍCIL É COMEÇAR A PRIMEIRA LETRA... AINDA BEM QUE TUDO ISSO É PASSAGEIRO E COM MUITO SUOR CONSEGUIMOS COLOCAR NO PAPEL O QUE SENTIMOS.
ATÉ MAIS
VEJA O VÍDEO DO LANÇAMENTO DA REVISTA DO CINEMA MACHADENSE NESSE DITE ABAIXO:
http://www.youtube.com/watch?v=WEpox-M6zyw |
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José
Criciúma, SC
6/2/2007 07:48 |
Eu acho que a escrita q tem q gostar da gente, não nos de escrever... e tem que ter talento, muito.
Olá, Marcela!!
Fiquei intrigado com seu comentário e gostaria de melhor entender: como fica que gosta de escrever?? E o que é ter talento??
Agradecido, José
José, em ralação ao talento eu quis dizer que não adianta mesmo ficar dando murro em ponta de faca, saca? tem muita gente que não nasceu, e continua fazendo a coisa.
Olá, Marcela!
Certo, entendi em parte.
Agradecido, José |
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Carlos ETC
Salvador, BA
6/2/2007 14:59 |
Olá, Criss! Obrigado por seu convite pra opinar por aqui.
Bom, meu processo de criação (se é que saberei descrevê-lo mesmo) imagino que comece com a chegada de um tema na minha cabeça (ou com a caça do mesmo), algo que tenha me chamado a atenção sob um ponto de vista, sabe? Pelo menos, na maioria das vezes é assim.
Depois vou tentando dar um corpo, um enredo... a coisa não é simples. Algumas vezes, claro, a coisa flui de uma maneira extremamente misteriosa. Outras vezes, porém, vivo angustiado por não conseguir botar nada no papel branco, vazio, à minha frente. E aí, forço a barra mesmo... (porque sinto que existe alguma mensagem que quer ser dita, sabe?)
Os temas, muitas vezes, são inspirados nas coisas do nosso quotidiano, outras são inspiradas por uma melodia (minha ou de alguém) ou por um desafio de algum amigo.
Mas se quiser que eu descreva o processo de criação, propriamente, não saberia fazê-lo, ao certo. Não sei se tenho um processo de criação disciplinado (acho que não tenho, não), uma metodologia, vamos dizer assim...
A verdade é que nem sei de nada, sabia? Você botou uma interrogação na minha cabeça do tamanho do Aurélio! Mas, ainda assim, te agradeço por isso! (risos)
Grande abraço! |
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Erika Morais
São Paulo, SP
6/2/2007 17:50 |
Para mim, escrever não é nada fácil. Por isso sofro. Porque sei que é o que mais quero fazer na vida...não terei uma vida fácil :)
Costumo usar um clichê e dizer que escrever um texto é como um parto.
Não acredito em inspiração, pura e simples. Mas acredito em dedicação, prática, técnicas e muita leitura e vivência, como bem falou o Duende.
Como escrevo muito pouca ficção e procuro me desvencilhar do jornalismo convencional, sinto o peso da escrita por ter como foco o ser humano. Como disse, não um ser ficcional, mas um ser humano de carne e osso, ?o? ser humano, com sua complexidade, suas contradições e, sem querer ser redundante, sua condição humana.
Longe de querer ?decifrar? as pessoas, mas com o maior respeito sobre quem escrevo, com o leitor e, é claro, comigo.
Sobre o processo de escrita, como não faço (na maioria das vezes) ficção, começa na ?rua?, conhecendo gente, escutando, escutando, escutando e escutando histórias de vida, pesquiso também em outras fontes, que variam de acordo com tema (filmes, livros, internet, especialistas). Na maioria das vezes não uso gravador, procuro trabalhar bem minha memória, Assim que chego em casa escrevo (com a técnica de escrita rápida) tudo o que lembro (não só das histórias, mas do ambiente, cores, cheiros, expressões, barulhos...). Depois da ?primeira escrita?, escrevo o texto final e se tiver tempo, depois de alguns dias, volto nele, e procuro melhorá-lo.
Tem muito mais o que falar sobre métodos, técnicas, formas de fazer...mas ?basicamente? é isso.
Beijos em todos.
p.s.: Acho que fui a única "não convidada" :) |
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Dora Nascimento
Olinda, PE
6/2/2007 19:38 |
Escrever é muito difícil, as vezes eu tenho a impressão que os personagens estão numa daquelas filas desorganizadas, tipo as do INSS, e sempre tem algum personagem mais sabidinho que fura a fila, e aí sai na frente. É bem mais complicado que isso, mas é a comparação mais próxima do que acontece comigo. E também penso em fazer letras prá vê se aprendo mais a organizar meus personagens e desenvolver as estórias todas que vêm se formando ao longo dos anos. Começei com poesias aos 13 anos e hoje são contos, crônicas e cartas. |
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Daniel Duende
Brasília, DF
6/2/2007 21:10 |
Eu tenho que concordar.... este tópico está mesmo bonito! :D
Tive um dia péssimo e não vai dar para ler tudo agora, mas fico muito feliz com este intercâmbio de idéias e métodos (se é que existem) e práticas que está rolando aqui.
Volto depois, para participar da conversa, mas deixo aqui algumas palavras de Clarice Lispector, quando perguntada se voltava a ler seus textos depois de publicados:
"Não. Enjôo. Quando é publicado, é como livro morto. Não quero mais saber dele. E quando leio, estranho, acho ruim. Aí não leio, ora!"
Eu também estou aprendendo a não voltar aos meus textos, nem tentar corrigir os erros do passado. Me limito a fazer melhor, sempre melhor, se possível, depois.
Abraços apertados do Verde. |
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Guto Melo
Brasília, DF
6/2/2007 21:53 |
Em mim, a escrita se derrama como calda de inquietação. Sou um corpo inútil e aberto para essa habitação. A ação de escrever mora em mim, o que me traz a percepção de algo inevitável. Simplesmente precisa existir. Por isso, é muito difícil. Quanto ao processo, não tenho um, mas vários. Gosto de ser invadido e levado para algo que não imagino; gosto que a palavra se antecipe e arranque de mim coisas que eu não quero dizer. Mas também sou capaz de ser um operário e trabalhar insistente e pacientemente em um texto até ele virar cristal, para brilhar e para quebrar, na mente de quem lê. |
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Sebastião Firmiano
São Paulo, SP
14/2/2007 17:32 |
Bom Grande Criss.
Como eu não sei escrever, eu pego a caneta, o papel , ou no
caso agora diante do teclando e vou pondo letra por letra.
Brincadeira, amiga.
Faço minha as palavras do Guto Melo. |
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Daniel Duende
Brasília, DF
14/2/2007 19:00 |
Estava hoje mesmo pensando sobre esse lance do título como semente do escrito X título como produto do escrito. Sei que as duas coisas são possíveis e acontecem. Há escritores que escrevem a partir de um título, assim como aqueles que escrevem e depois, relendo seu escrito, encontram para ele um título. Na maioria esmagadora das vezes tenho feito da primeira forma, mas me vejo tentado a experimentar a segunda forma agora.
Prometo que mostro para vocês o resultado. :)
Abraços do Verde. |
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Dubem
Salvador, BA
17/3/2007 01:15 |
Escrever! Um papel e uma caneta recebendo a partir de um tema pretendido, a emoção do escritor, do poeta. Mesmo que nada seja verdade, apenas ficção, ilusão. Assim faço.
Saudações Cordiais. |
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Felipe Obrer
Florianópolis, SC
24/3/2007 18:45 |
Não q esse tópico vá formar escritores, lógico! Todavia poderá dar uma "mãozinha" despretenciosa...
Criss, despretenSão é com "esse", e as conjugações também.
Abraço |
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apple
Juiz de Fora, MG
24/3/2007 21:14 |
Ok! Obrigada pela informação...tds os leitores agradecem e o português idem...
Aproveite e fale-nos também sobre o seu processo de escrita.
Abçs
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Felipe Obrer
Florianópolis, SC
25/3/2007 08:19 |
Proposta aceita.
Da outra vez escrevi um tipo de hai-kai, que dizia:
Escrever pensando em mostrar:
Viver mostrando
Ou mostrar vivendo?
Escrevo desde criança, mas literariamente a febre começou aos 14 anos, mais ou menos. Lembro de uma temperatura interna tão alta a ponto de me deixar virando madrugadas escrevendo poesia no computador. Lembro que era um lance meio romanticão, tipo "oh!". E catastrofista também. E altamente impregnado de um salvacionismo, achava que mudaria o mundo com palavras.
Agora já não.
Tenho um descompromisso assumido ao escrever.
E também tento não procurar espelhos, mas sim janelas.
Em geral, quando escrevo, é porque tive um estalo e pintou uma idéia legal (poderia chamar de iluminação profana) ou porque ando tão conturbado que a tempestade tem que sair de algum jeito.
Bom...
Já escrevi sobre ESCREVER aqui no Overmundo.
É isso.
Abraços
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apple
Juiz de Fora, MG
26/3/2007 18:37 |
Só para ficar claro (após tantos agradecimentos por recebimento de convite):
-Não precisa de convite p/ opinar sobre as conversas que proponho;
-Podem opinar aqui ou em outros tópicos que propus, se quiserem, independentemente de convite.
O site é integralmente de todos os usuários...todos têm direito de participar igualmente de tudo.
Abçs |
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Rebeca anjo sem permissao de voar
Cuiabá, MT
31/3/2007 18:13 |
eu escrevo muito
amo escrever......
sempre q tem algo q nao
me agrada minha imaginacao voa longe...
pra mim é facil qndo estou no meu dia emotivo... |
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Jolie Moysés
Belo Horizonte, MG
10/4/2007 00:47 |
Escrever é fácil. Escrever bem é que são elas... Talento, idéia, vocabulário e muito suor. Queria eu ter escrito apenas um dos versos de Neruda. |
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José
Criciúma, SC
10/4/2007 15:27 |
Eu bem não escrevo, somente escrevo... Quem me julgar vai??
Agradecido, José! |
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apple
Juiz de Fora, MG
10/4/2007 18:57 |
Se vc está satisfeito c/ o q escreve, se vc escreve e vê q aquilo q escreveu é significativo, especial p/ vc...se vc sente q realmente se expressa pelas suas palavras é o q mais vale, né?
Bjs |
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apple
Juiz de Fora, MG
10/4/2007 19:16 |
Se bem q isso q acho difícil pq sempre acho q poderia melhorar, mas chega uma hora q a gente tem q deixar quieto...pelo menos, no meu caso, é o q ocorre. |
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Jolie Moysés
Belo Horizonte, MG
10/4/2007 22:42 |
Eu bem não escrevo, somente escrevo... Quem me julgar vai??
Agradecido, José!
Escrever, pirar, estravasar, deixar vasar o pensamento para o papel para impedir nosso afogamento. Pra quem gosta é uma necessidade. Eu também não escrevo bem, mas sou viciada. É mais forte que eu. Terei LER, com certeza. Quanto ao julgamento... acho que sempre seremos julgados, desde que o outro exista. Quando colocamos nossos textos para serem votados, estamos sendo julgados. Quando votamos, estamos julgando. |
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acreucho
Rio Branco, AC
9/6/2007 22:32 |
Eu estava separado, tinha uma namorada e a gente tinha muitos problemas de relacionamento, vai daí, que como ela era difícil pra compreender certas coisas, eu, pra fazer raiva a ela, escrevia o que queria dizer, pra evitar discutir, ela lia em casa e a gente não entrava em contenda.
Um dia submeti a um amigo, uma dessas cartas. Ele, professor de letras, ficou impressionado com a minha maneira de discorrer, pronto, descobri que sabia escrever.
Depois que descobri que sabia escrever, não parei mais, é um prazer só comparado a sexo. rererere
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Daniel Duende
Brasília, DF
10/6/2007 03:11 |
Meu amigo Acreucho,
a tua história dava um conto. :) |
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José
Criciúma, SC
10/6/2007 10:38 |
Eu bem não escrevo, somente escrevo... Quem me julgar vai??
Agradecido, José!
Escrever, pirar, estravasar, deixar vasar o pensamento para o papel para impedir nosso afogamento. Pra quem gosta é uma necessidade. Eu também não escrevo bem, mas sou viciada. É mais forte que eu. Terei LER, com certeza. Quanto ao julgamento... acho que sempre seremos julgados, desde que o outro exista. Quando colocamos nossos textos para serem votados, estamos sendo julgados. Quando votamos, estamos julgando.
Quando o outro julgo, faleço!
Grato!
José |
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acreucho
Rio Branco, AC
10/6/2007 22:10 |
Meu amigo Acreucho,
a tua história dava um conto. :)
E não é que dá mesmo...daqui a algum tempo, vou lançar um conto, talvez publique aqui, gostei da coisa mesmo... |
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Daniel Duen | | | |