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Saramago e a (des)crença desmedida em Deus rss
canto_esquerdo Autor Mensagem canto_direito
 
PEDRO FERNANDES
Natal, RN
28/8/2007 16:46

O que poderíamos dizer acerca desse pessamento do escritor luso?

"Como será possível acreditar num Deus criador do Universo, se o mesmo Deus criou a espécie humana? Por outras palavras, a existência do homem, precisamente, é o que prova a inexistência de Deus."
(Saramago)


Comentem!

 
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PEDRO FERNANDES
Natal, RN
28/8/2007 16:48

Galera, leia-se pensamento, por favor, onde se escreve "pessamento.

No mais, comentem!

 
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peninha
Belo Horizonte, MG
31/8/2007 08:17

Amigo Pedro e seu tema "Saramago e Deus".
Minhas dificuldades também passam por aí. Outro dia o Benny (excepcional, como sempre) nos brindou com mais um "chop gelado" seu.
Foram, como sempre vários os comentários apensados, e todos, à exceção do meu, de alguma forma, enaltecendo seu reencontro com o Deus de Deus.
O meu comentário,( apesar da beleza do texto do Benny a quem rendo elogios) me mostra desconhecer este "Deus do Deus".
Sinceramente, tento, mas não consigo.
Estou mais para Saramago. As coisas acontecem ao seu bel prazer e nós as vivemos, como se outra coisa pudéssemos fazer. Recompensas pra um depois? Esta catequese secou há tempos.
Cito o nosso arquiteto Niemayer :" Eu não acredito Nele mas se morrer e Ele estiver lá vai ser uma surpresa muito agradável..."
Ou Bernard Shaw : "Deus? nos O estamos construindo..."

 
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PEDRO FERNANDES
Natal, RN
31/8/2007 09:29

Mas uma vez Peninha muito obrigado pelo comentário.

Também concordo com você.

E acrescento a isso tudo um pensamento de Einstein acerca dos milagres que de certa forma também reflete na crença em Deus, o de que, devemos viver a vida sem esperar pelos milagres, mas vivendo-a com se fosse um próprio milagre. Em outras palavras, viver a vida sem esperar pela existência de Deus, mas tendo na vida a própria existência Dele.

Mais uma vez, obrigado.
Abraços.

 
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Benny Franklin
Belém, PA
31/8/2007 11:23

Agradecendo o amigo Peninha pela "deixa um tanto quanto desconhecedora de Deus de Deus de Peninha", já que somente a ele cabe o desvelo - solto-lhes a pergunta:
Se devemos viver a vida sem esperar pelos milagres, mas vivendo-a com se fosse um próprio milagre - é o que é o milagre, senão o alicerce do próprio Verbo?

 
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Benny Franklin
Belém, PA
31/8/2007 11:27

A cerca do texto, quero dizer: desconhecedora de Dedus de Deus, excluí-se "de Peninha"; e quero dizer: e o que é o milagre?, exluí-se "é o que é o milagre..."
Abçs. Benny.

 
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eric renan ramalho
Belo Horizonte, MG
31/8/2007 14:58

milagres!!!??? vejo os homens tentando entender o Inefável, apontam para tranformações de água em vinho , andanças sobre as águas ressureições e coisas no genenro,contudo, ninguém atenta para um milagre maior , a fraternidade. todos apontam apenas para situaçõe em que o corpo trancede a natureza e se revela portador de uma energia inabalavel. ainda não esperiementei o "Deus do Deus" , mas espserimento todos os dias minha condilção de homem e deposito minha fé nisso.
se Ele estará esperando por mim no dia de minha morte já não me importa, o que agora tornou interessante é a vontade de persistir no homem como descobridar da verdade que possui. imanente e trancedente...

 
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  José
José
Criciúma, SC
31/8/2007 17:41

Estava eu aqui refletindo no Deus, do Deus, do Deus do Deus...
Deparei-me com a o sol, o vento, a água e a terra...
Sabe, encontrei o visionário, o guerreiro, o mago e o amante...
Fui mais e sei lá deu a visão, ação, saber e fazer...
Mas também pensei será que tem o sino, o chocalho, os osso (antepassados) e o tambor...
Estou cansado, mas espera tem:
o calor
mensageiro
do
sábio
curador...


Amigos, sigo agradecido.
José

 
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peninha
Belo Horizonte, MG
1/9/2007 10:26

Amigos,
dentro das várias e espessas camadas onde podemos procurar o Deus de Deus, fico com a mais fina e frágil delas : o homem. O direito/poder da consciência, do pensamento lógico e racional, e, principalmente, do sentimento -diferente do instinto nos demais animais (apesar que acho que meu cachorro pensa e gosta -paradoxal!!)- nos proporcionará uma possibilidade de conseguirmos ser o que o mestre folósofo Benny descreveu como o Deus de Deus. Uma utopia? pode ser, mas - consciente ou inconscientemente - nos agarramos a ela como a boia que nos é atirada num mar revolto.
Precisamos ao menos boiar. Navegar é preciso, mas vem depois...

 
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  José
José
Criciúma, SC
1/9/2007 18:06

A utopia é aqui, agora!
E agora
tenho Deus
nas quatro
estações...
Sempre
Agradecido.

 
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Joana Eleutério
Brasília, DF
17/9/2007 21:07

O meu Deus é muito parecido com o do Rubem Alves, no seu divino livro Perguntaram-me se acredito em Deus. é um Deus do qual eu consigo ficar bem perto.

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
23/9/2007 03:49

Penso que crer em Deus não é difícil. Dificil é contextualizar o ser humano na obra da Criação.
Porém, a criação não precisa necessariamente ser "aquela" apregoada pelo salvacionismo das religiões monoteístas. Pode ser mais simples, partindo, por exemplo, da observação de que a criação é um ato constante e contínuo no universo.
Particularmente não acredito no Darwinismo nem no Criacionismo clássico. Mas acredito que o ser humano foi, sim, criado. Digo isso porque observo ao meu redor e percebo que tudo aquilo que um ser humano cria, sua obra, pertence a ele que, sobre ela, tudo conhece.
Uma escultura, por exemplo. O escultor que a fez conhece-a profundamente em todos os detalhes internos e externos. Reconhecemos em nossa criação algo de nós mesmos.
Agora, preste atenção no seguinte: não seria lógico que se fossemos fruto da evolução seríamos, em parte, criadores de nós mesmos? E sendo criadores de nós mesmos não teríamos a mesma percepção que o escultor tem de sua obra?
No entanto, o que sabemos de nós? Quase nada porque quase tudo em nós funciona independentemente do nosso conhecimento (centro nervoso, aparelho digestivo, centro instintivo e etc).
Se não conhecemos a nós mesmos, como funcionamos, é sinal de que não temos participação alguma em nossa hipotética evolução.
Somos obra de alguma Criação assim como é a escultura do escultor.
Como fomos criados já é outra conversa. Mas pode ter sido bem simples, assim como criamos Doly ou como o escultor cria a escultura.
Quanto a afirmação de Saramago, o que tenho a dizer é que ele desconhece o movimento browniano e a Teoria dos Sistemas Perfeitos. Para entender o sentido da existência humana é preciso sair da dicotomia e enchergar o universo como uma interligação de sistemas com funções diversas e infinitas, tanto no macro como no micro cosmos.
Quem não entende o ser humano, como Saramago, é o mais contaminado pelas idéias salvacionistas porque vive buscando para o papel humano uma função edenizada, ingênua ou, simplesmente, fantasiosa.
Ao afirmar que a existência do homem é a prova cabal da inexistência de Deus, Saramago deixa fluir de seu inconsciente toda a sua crença no criacionismo clássico, porque no fundo ele acredita que o ser humano nasceu para ser bom, puro, do bem e todas as demais classificações que se originam no seio do salvacionismo.
Saramago é um irmão profundamente decepcionado com o papel humano no planeta porque não conseguiu enchergar o que há dentro e fora de todas as coisas.

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
29/9/2007 02:13

Não concordo com o colega aí em cima. Nada a ver.

 
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Benny Franklin
Belém, PA
29/9/2007 11:49

Deus de Deus

Nos proporcionará uma possibilidade de conseguirmos não ser o que o Amigo Peninha descreveu como o Deus de Deus,
que desconhece. Uma utopia? Pode ser, mas - consciente.

Abçs. Benny Franklin

 
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peninha
Belo Horizonte, MG
30/9/2007 14:12

Carlito diz:
"... por exemplo, da observação de que a criação é um ato constante e contínuo no universo."

- comentário : esta observação distoa da conclusão a que chegou em seu comentário, senão vejamos:
"Particularmente não acredito no Darwinismo nem no Criacionismo clássico. Mas acredito que o ser humano foi, sim, criado. Digo isso porque observo ao meu redor e percebo que tudo aquilo que um ser humano cria, sua obra, pertence a ele que, sobre ela, tudo conhece.
Reconhecemos em nossa criação algo de nós mesmos
.
-Perdoe, mas esta afirmação foi como mensagem de erro
em que a resposta altera a equação inicial, que se alterada pela resposta, alterará novamente a equação, ad-infinitum...é com se
nós conhecessemos a matriz a interferissemos em sua moldagem.

"Agora, preste atenção no seguinte: não seria lógico que se fossemos fruto da evolução seríamos, em parte, criadores de nós mesmos?
-comentário : discordo, somos parte da evolução e não há evidência que permita esta dedução " criadores de nós mesmos."

"E sendo criadores de nós mesmos não teríamos a mesma percepção que o escultor tem de sua obra? (prejudicada)

"Se não conhecemos a nós mesmos, como funcionamos, é sinal de que não temos participação alguma em nossa hipotética evolução." ( causa e consequência? carece de fundamento)

Somos obra de alguma Criação assim como é a escultura do escultor. (dedução precipitada...)

"Como fomos criados já é outra conversa. Mas pode ter sido bem simples, assim como criamos Doly ou como o escultor cria a escultura." (outra dedução precipitada)

Volto com sua afirmação mais consistente:
"... por exemplo, da observação de que a criação é um ato constante e contínuo no universo."

Pense no seguinte:
Se o meteoro que caiu no México há 65,5 milhões de anos tivesse se desviado e passado ao largo, os dinossauros e outras espécies dominantes não teriam desaparecido. E talvez tivessem exterminado a possibilidade de nossos ancestrais primatas terem se desenvolvido.
A teoria mais pláusivel no momento é que todos, eu disse todos os seres que não puderam se esconder sob a água ou hibernar em solo profundo desapareceram da face da terra neste periodo.
Mesmo os grandes seres que habitavam os mares mas que de alguma forma integravam a cadeia de alimentos de outros que foram extintos, tiveram sua extinção decretada.
Isto é, a partir deste periodo que é chamado de KT ( Kretaceo Terziario) novos seres se desenvolveram e habitaram a superficie.

Conclusão: somos frutos da lei maior que rege o universo :
A Lei do Acaso, da imponderabilidade.
Existimos hoje neste átmo de periodo por conjuntura de fatores. Basta um outro asteróide se desviar de rota (e existem milhares por aí) que "Deus" não vai poder fazer muita coisa pra nos salvar, não é mesmo...
Aproveitemos, pois pela última conta do Governo dos EEUU eles são aproximadamente uns 260 mil, dos quais 10% com mais de 10KM de diametro e destes 10%, conhece-se e monitora-se a trajetória de uns 30%, ou seja, neste momento uns 15 mil asteroides com poder de extinguir a vida sobre Terra, como fez o asteroide de aproximadamente 9km que caiu há 65,5 milhões, podem estar em rota de colisão.
O negócio é tomar mais uma gelada...
-Traz outra aí, Geraldo...

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
30/9/2007 18:20

Cara, muito obrigado por ter gastado uma considerável parcela de neurônios.
No momento, não consigo responder com a tréplica (já que a dialética me parece ser o que caminho que estamos tomando).
Mas, com cerveja, amanhã ou depois quero relatar aos companheiros um pouco mais de minhas observações interpretando-as sob a ótica da Teoria dos Sistemas Quase Perfeitos".

Abraços

MPC

 
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Satu
Marília, SP
10/10/2007 01:29

Com a licença de todos, junto-me a este fórum. Hoje ainda, lendo Saramago, encontrei o que transcrevo: "(...) a resposta a dar é a de que todos os relatos são como os da criação do universo, ninguém lá esteve, ninguém assistiu, mas toda a gente sabe o que aconteceu." (Ensaio sobre a cegueira, p. 253). Antecipando as desculpas pela simplicidade do que vou dizer, penso que cada povo ou cada homem cria Deus; a criatura cria seu criador, a fim também de criar os protocolos de convivência, uma forma (metafísica) para ordenar o mundo, as formas de representá-lo, entendê-lo, dominá-lo e governá-lo simbolicamente. Por fim, isso, de algum modo, acaba sendo um simulacro para a compreensão que este mesmo homem busca sobre si e sua, quiçá, existência. Qualquer anfibologia criada pelos pronomes de terceira pessoa não serão coincidências. Abraços, Satu (lê-se Satú)

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
11/10/2007 12:49

Caro Peninha,

Em resposta ao seu rebate em nossa deliciosa conversa profunda, tenho algumas coisas a dizer:

1º - Pq você anda sumido? Alguma receita nova para desopilar o fígado? Se tiver manda aí que estou precisando.

2º - sobre a observação de que a criação é um ato constante e contínuo no universo, ela não distoa da conclusão a que cheguei. Você acertou na mosca quando disse que ela é ad-infinitum, e o é porque o princípio e o fim, o início e o meio, e, inlusive as antíteses e os opostos nada mais são que duas pontas de uma mesma reta, como vapor e gelo, mesma matéria em estados diferentes.
Opostos separados por uma linha a que eu chamo de trajetória rumo ao colapso (entre o nascer e o morrer, entre um oposto e outro caminhamos entre sucessivos colapsos. A quem chame isso de teoria do caos).
Logo, Darwinismo e Criacionismo Clássicos nada maios são que opostos de uma mesma reta onde o Criacionismo é a explicação inicial para nossa existência e o Darwinismo a explicação final. Quando digo que não creio num nem no outro quero dizer que me situo no meio, onde, para mim existe, pela lógica, equilíbrio.

Nesse meio em que me situo há espaço para todas as coisas, para a criação, para o criador, para o criador que cria e é criado, porque tudo é ad-infinitum e todos somos coadjuvantes e protagonistas de múltiplas histórias concaternadas na linha curva da luz (teoria da relatividade).

Quanto a sua afirmação de que "somos parte da evolução e não há evidência que permita esta dedução " criadores de nós mesmos."", de que evolução você está falando? Da evolução humana, do planeta, da civilização? Existem várias. Se você estiver falando da evolução do planeta pode ter razão em um certo sentido (no sentido de que a terra é uma constante metamorfose processual), mas se estiver falando sobre a raça humana, de que evolução você está falando? Daquela do caldo primordial, de que somos todos primos do primeiro ser unicelular?

Se isso for verdade me explique uma pequena coisa: Dizem que no rastro da evolução encontramos os traços de nossos antepassados, características genéticas herdadas na transmissão biológica. Se isso é verdade, de quem herdamos 3 classes distintas de dentes? (já notou que o ser humano possui na frente dentes característicos somente aos roedores; ao lado os caninos dos carnívoros; e ao fundo os característicos dos ruminantes) Na arcada de um macaco os dentes são de uma classe só. Pergunta: Se viemos do macaco como explicar os dentes dos roedores e dos ruminantes em nossa genética?
Voce foi categórico ao afirmar que "somos parte da evolução e não há evidência que permita esta dedução, "Criadores de nós mesmos"", se você diz isso é porque tem provas inquestionáveis sobre o evolucionismo. Explica então o lance dos dentes.

Por enquanto vou parar por aqui. Preciso de sua tréplica para dar prosseguimento, caso contrário o assunto abre muitos leques e perdemos o foco. Concentremo-nos, por enquanto, em admitir 1 das 4 hipóteses como a mais provável:
Somos obra do Criacinismo;
Somos obra do evolucionismo;
Somos obra dos dois;
Nenhuma das alternativas.

Zé Guedes... mais um absinto por favor!

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
11/10/2007 17:03

RATIFICAÇÃO:

Retiro do texto a frase "o início e o meio" (9ª linha)

 
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Benny Franklin
Belém, PA
11/10/2007 22:33

Mestre Peninha,
Se conseguir responder a Marcos que proferiu tese próximo do ideal: tomo uma Cerpa estupidamente gelada (a melhor cerveja do Brasil, fabricada, aqui, em Belém); Se não responder aos fatos, tomarei três Cerpas para que seja estímulo de mim a continuar pensando (?) sobre o vazio de nada.
Mas se nada explicar convicentemente, o Deus de Deus, já existe em Ti desde agora! Rs.

Esse Forum está repleto de feras!

Abçs. Benny Franklin

 
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peninha
Belo Horizonte, MG
12/10/2007 08:35

Carlito, obrigado pelo " anda sumido" ...
Mas tive uma complicação cardíaca, um pouco séria que me levou às portas de um CTI. Terei que fazer uma(s?) safenas ou colocar marca-passo.
Desculpe mas estou sem cabeça para filosofar com os amigos.
Separo de seu texto um lasca de parágrafo mostra um palíndromo, representando parte do que dissemos até agóra:
... trajetória rumo ao colapso
(entre o nascer e o morrer,
entre um oposto e outro
caminhamos entre sucessivos colapsos....

...a prova Carlito, destes opostos está aí em baixo:
There was an old man who's health was failing, so his family decided it would be better to place him in an old folks home where they could visit him every week.
After one week, the son came to visit the old man and asked, "What do you think of the home, dad?"
The old man replied, "Terrific, son. The other day I woke up with a hard on and a beautiful young nurse came into my room and gave me a head job!"
The following week, the son again visited his father and again asked how the home was.
"Terrible," replied the old man, "the other day I fell down in the hallway and a big black orderly fucked me up the arse. I want to go home son!"
"Well dad," replied his son,"You always told me that you had to take the bad with the good. One week you get the headjob and the next you get fucked up the arse.
That ain't so bad is it?"

Beijos a todos...
Ps. (Benny se o "bicho pegá", vou te responder sobre Deus de Deus com mais propriedade, não é...eh! eh! eh! eh!...)

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
12/10/2007 08:58

Peninha,

Tenha fé irmão. Pense positivo e não tenha medo. Tenho um amigo que teve um infarto aqui em Coxim. Ele é o cara que eu conheço que tem mais fé no mundo!
Infartando, ele, com sua fé e sua tranquilidade, pegou o carro e ainda dirigiu 240 Km para chegar a Campo Grande e procurar um hospital que pudesse atendê-lo, porque aqui em Coxim não tem.

Pois o cara chegou no Hospital Sírio de Campo Grande e só deu tempo dele entrar na portaria, chegar na atendente e dizer: Estou tendo um infarte.
Depois disso ele diz que não lembra de mais nada. Fez 3 safenas naquele dia e até hoje os médicos se perguntam como é que um cara infartado com sérias obstruções conseguiu dirigir quase 240 Km para não morrer em Coxim?
Simples, ele teve fé e tranquilidade. E foi no médico, é claro!

Eu (na parte que acredita no evolucionismo) vou pensar positivo para você.
Eu (na parte que acredita no criacionismo) vou rezar por você.

Esperamos te-lo de volta em breve!!

Abraços!!!

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
12/10/2007 09:05

Quanto a sua piada em inglês, é uma linha de pensamento muito perigosa! Vai que alguém começa a acreditar que entre a enfermeira e o Negão tudo é natural e inevitável!!!

Eu heim!!!!

 
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Benny Franklin
Belém, PA
12/10/2007 10:03

Querido Peninha, Salve!

Daqui ergo as mãos e o pensamento a Deus de Deus que Ele te protega e te dê força necessária para que o sacrifício da cirúrgia de te deixe reformado de corpo e pensamento.

Força, Meu Irmão!

Sinceramente,

Benny Franklin

 
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PEDRO FERNANDES
Natal, RN
23/10/2007 16:54

Me surpreendi a quantas anda esse tópico, há alguns dias que eu não o acessava.

Tudo bem, continuem, adorei as reflexões, o tema é realmente interessante e papo, oh...

Quanto ao Peninha, recuperaçoes.

Grato a todos.

 
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Marcelo Oliveira da Silva
Porto Alegre, RS
7/11/2007 14:03

"Se Deus existisse mesmo, era um cara muito distraído, porque a Humanidade já existia havia 90 mil anos quando ele resolveu se manifestar", Chritopher Hitchens ontem, em palestra aqui em Porto Alegre.

Há um livro muito interessante deste jornalista e crítico literário: Deus Não é Grande (Ed. Jorge Zahar) God Is Not Great: How Religion Poisons Everything.

Na Wikipedia em português tem alguma coisa sobre ele - como de hábito muuuuito resumidamente.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Hitchens

Aqui tem uma entrevista interessante, feita durante a Festa Literária de Paraty - FLIP.
http://www.sncweb.ch/portugues/entrevistas-p/Christopher-Hitchens_2006.htm

Queria acrescentar que não sou um ateísta raivoso, nem sequer militante. Na verdade, passada a adolescência fui me tornando muito menos radical com o assunto e passei a reconhecer a importância da fé individual e mesmo admirar pessoas de muita fé. Mas aquilo que normalmente se faz "em nome de Deus" eu acho repugnante.



 
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Danielle Ribeiro
São Paulo, SP
8/11/2007 11:21

Caindo de paraquedas na conversa: não vejo correlação direta entre a forma do homem agir no mundo e a existência ou inexistência de Deus. Tampouco creio num Deus antropomorfo que legisla e persevera na humanidade. Todo o universo é um fenômeno físico e dele somos parte, não seria sensato um Deus só para nós. Descarte dizia a faculdade de pensar é prova da existência de um Deus (Discurso do Método), o que também não nos traz correlação direta. A existência de um universo de propriedades diversas e que tem em si elementos animados e inanimados em constante evolução é que nos faz deduzir consciente ou inconsciente a existência de um força criadora que possamos chamar de Deus. Contudo fenômenos físicos têm influências exatas sobre outros fenômenos físicos, mas a psique humana e sua consciência é relação direta da organização social e dos valores a ela intrínsecos, sendo assim, creio que o homem se cria dentro de seu próprio "universo", até cegamente com relação a um universo maior. Já, se Deus criou o homem ou este é apenas um fenômeno consequente de outro fenômeno físico... quiça!!!

 
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PEDRO FERNANDES
Natal, RN
8/11/2007 12:46

Do pensamento da Danielle...

concordo plenamente com você, quando você ancorada em Descartes fala da existência de um Deus a partir da nossa faculadade de pensar.

Acredito na existência de Deus não porque fique procurando milagres na natureza que comprovem sua existência, mas O vejo como necessidade humana.

Assim acreditando querendo descreditar concordo também com a idéia de que não existem ateus. Ateu é uma definição criada para justificar a não crença em Deus certo? Mas como afirmar essa não crença sem antes admitir Sua existência? Ou seja ao admitir sua inestência acabo admitindo sua existência.

Também acho que essa necessidade humana de ter um superior é subjetiva, logo não podemos admitir apenas a existência de um Deus apenas, mas deuses;isto é, cada um possui o seu. Ninguém nunca fala com ele por "Nosso Deus" mesmo... sempre usamos "Meu Deus"...

No mais contiuem postantdo comentários. Reforço, o papo está muito bom, tenho acompanahdo sempre.

Obrigado a todos.

 
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Danielle Ribeiro
São Paulo, SP
9/11/2007 17:12

Verdade isso Pedro, dessa coisa de "meu Deus", bem ou mal existe uma força emotiva que nos impele a dizer isso. Vai entender né? .. acho até engraçado, e falo por mim, pois não fujo dessa coisa que me parece ser geral .. em inglês, japonês, alemão ... monoteísta ou politeísta ... existe também o "Deus do Céu!" e , por que não .. "Oh Deuses!" ? ... mas é uma emoção comum que sempre pende para esse lado ... botando lenha na fogueira, com palha alheia ... rs .. beijos, querido ..

 
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PEDRO FERNANDES
Natal, RN
21/11/2007 17:19

Da fala do Marcelo.


Apesar de achar que a figura divina comporta-se ao homem como algo naturalmente essencial e a ele se atribuem todas as coisas, o bom e o ruim, também concordo com você e ao mesmo tempo me pergunto o que seria da humanidade (se esse Deus for uma invencção dela) sem a figura desse Deus... Utopicamente, talvez fôssemos uma humanidade, tomando a concepção da palavra em em linhas da emoção.

Também como você acho mesmo que tenho uma certa ponta de inveja daqueles que conseguem frenqüentar cultos e rituais religiosos encarando tudo aquilo como uma manifestação tipicamente de um deus. No entanto, penso comigo, como pode a humanidade ser tão alienada a esse ponto... Todos somos necessariamente alienados por alguma coisa,mas a alienção em nome de um Deus me parece ser a maior bárbarie que o homem homem já criou para ele.

Revisando o pensamamento de Saramago que deu inicio a esse tópico, a mim me parece que, o homem realmente criou deus afim de justificar o injusticável, senão talvez ele não fosse tão mesquinho de calar-se enquanto seus próprios fiéis clamam por uma resposta do além, afim de provar cabalmente sua existência, ou como disse o Saramago, talvez não houvesse criado uma espécie que futuramente poria em xeque a existência sua como criador...

Abrço.

 
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Bruno Resende Ramos
Teixeiras, MG
20/3/2008 20:57

Eis que Saramago é como todo pensador. Se Deus existe, não se fez pela lógica ou pela razão. O Dito escondeu-se do pensamento, do racionalismo e da exatidão. Como alvejá-lo no meio de tanta escuridão? Se foi Ele quem fez o mundo, abandonou a construção...

 
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nina araújo
Rio de Janeiro, RJ
7/4/2008 07:40

Mas todas as provas de que ele Não Existe,são tão humanas...

 
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Clenilson Batista
Rio Branco, AC
24/6/2008 18:07

Está é a terceira vez que estou tentando contribuir com está página, tomara que desta vez minha mensagem seja registrada.
Estou entrando nas ondas desse mar de vidro misturado com fogo, e a minha primeira colaboração tem o titulo: PRIMEIRO MUNDO!? É O QUE NASCEU PRIMEIRO. Que postei e agora vou 48 horas para ve-lo publicado.
E navegando nesse site, encontrei este fórum bastante interessante com essa discursão entorno da existência ou não de um principio criador, ou seja, Deus.
E para dar a minha contribuição ou jogar mais lenha na fogueira, vou começar fazendo uma pergunta?
- O que é o "nada" ?
Dentro dos paradigmas racionalistas o "nada" é uma coisa que não existe.
Segunda:
- Você acha que uma coisa que não existe é capaz de criar alguma coisa?
Se a minha resposta for, sim. Acho que vou cair no absurdo dos absurdos de além de admitir que o "nada" não existe, ainda por cima é inteligente o suficiente para gerar e organizar essa imensuravel particularidades que estruturam o vivenciavel palpavel bio-visualmente e o vibrante "invisivel" no qual nos movemos.
E outra coisa, acho que admitir que tudo que existe é obra de um tal de "acaso", é outro equivoco que vai dá no mesmo porto acima. Por uma razão muito simples. Se algo acontece, é por que com certeza algo provocou esse acontecimento, e o "nada" com toda certeza não foi , pois não existe para fazer tal coisa.
Mais acadêmimbecilismo está ai pra isso mesmo, para condicionar os seres geniais que nos somos, os bem intencionados "intelectuais" a acreditarem nos seus deusisinhos literários e passa-los a consumi-los gerando divisas para os seus editores. Uma crença que chega ao ponto de iludi-los, fazendo acreditarem que o "nada" existe e que ainda por cima criou tudo; que não existe um criador e que portanto criaram-se a si mesmo.
Eu não sei que é esse "curador de mago" ou "Sara mago", e tampouco sei porque dão tanta importancia assim a sua opinião no que diz respeito a esse assunto. Com certeza ele é mais uma dessas pessoas que sabem fazer associações de pensamentos ditos lógicos e que está ao alcance de qualquer idiota que se dedique a isso, e que por isso deve ser chamados de filósofos. ou seja, é um daqueles que aprenderam a arte de convencer os outros de que eles não sabiam nada sobre tudo, e que no final deixa todos felizes, sabendo tudo sobre "nada".
A principio, é isso ai!
Mas acho que posso ajudar aqueles que acreditam no que o tal "Sara mago" diz e que pode ter se sentido ofendido em suas crenças particulares.
Olhe! Quando o "Sara mago" reduz o criador a categoria de "nada", esse pobre e insignificante "curador de mago" não acho que mereça um destaque especial, com certeza ele não tá com essa bola, bem como todos os outros que compartilham do mesmo pensamento. São só pensamentos, e quando ele reduz o criador a "nada' ele na verdade não o está destruindo, está o eternizando, pois o "nada" não existe, e portanto nunca se acaba, é eterno.
A principio, é isso ai!

 
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PEDRO FERNANDES
Natal, RN
24/6/2008 18:43

Oi, Clenilson, primeiro quero agradecer sua opinião ao tópico há quase um ano aqui postado, mas tenho algumas questões a falar.

Eu não me coloco no grupo do que você disse de que quem acredita no que o Saramago falou tenha se sentido ofendido com a sua fala, pelo contrário, não é esse o caso que vem no momento agora. Mas, venhamos e convenhamos seus argumentos me são totalmente refutáveis.

Comecemos: primeiro é a sua admissão de que o nada não existe. Pois bem, faço parte da trupe que acredita que o nada existe sim. Ora, a partir do momento que admito para mim mesmo de que o nada não existe eu parto (inconscientemente) do argumento de que ele existe. Logo, tudo sim existe, inclusive o nada. Isso também vale, é verdade, para a (des)crença saramaguiana e para os ateus. Como posso admitir a (in)existencia de Deus? Da mesmo forma que acredito na existencia do nada. Isso não quer dizer que Deus se reduza ao nada, mas que Ele existe, esteja eu admitindo essa existencia ou não, entende?

Quer saber como vc acredita na existencia do nada? Cito vc. "pois o "nada" não existe, e portanto nunca se acaba, é eterno. " Amigo, está aí a sua crença no nada. A partir do momento que vc admite que ele, o nada, nunca se acaba, vc está admitindo que ele existe, se não como algo pode ser eterno se não existe?

Cordial abraço.

 
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Marcos Paulo Carlito
Coxim, MS
24/6/2008 22:34

Tem outra questão aqui, o "Zero absoluto".
Antigos escritos que não sei citar fonte, mas que valem por fazer pensar, dão conta de um entendimento segundo o qual o "Zero absoluto", ou como queiram chamar "o nada", é o princípio e o fim de todas as coisas. Ora, como o nada pode ser princípio e fim sem existir?
Questões como essa estão fora do alcançe do noso conhecimento e de nossa visão dicotômica da vida. Acho que ainda há muito o que aprender.

 
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Clenilson Batista
Rio Branco, AC
25/6/2008 14:59

Oi Pedro,
Tomei a liberdade de cópiar seus argumentos, e tentar falar com você de alguma forma. Vamos lá!

Pedro - "Oi, Clenilson, primeiro quero agradecer sua opinião ao tópico há quase um ano aqui postado, mas tenho algumas questões a falar."

Clenilson - Eu não sabia que fazia tanto tempo tinha sido postado. Mas essa discursão que é sempre atual. Pois afinal se a gente acreditar na existência de uma sabedoria que a tudo criou, pode gerar um todo comportamental ético humano interativo benéfico comunitário. Bem como também não acreditar na existencia dessa sabedoria, pode não alterar o quadro acima, mas com certeza deixa a porta aberta para justificar atos que são totalmente contrários aos que são produzidos por essa crença.
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Pedro - "Eu não me coloco no grupo do que você disse de que quem acredita no que o Saramago falou tenha se sentido ofendido com a sua fala, pelo contrário, não é esse o caso que vem no momento agora."

Clenilson - Eu acho que você não entendeu "o espírito da coisa."

Pedro - Mas, venhamos e convenhamos seus argumentos me são totalmente refutáveis.

Clenilson - E quem disse que eu os coloquei como irrefutáveis?
A intensão foi expo-los para acentuar as reflexões que envolve o tema.

Pedro - "Comecemos: primeiro é a sua admissão de que o nada não existe."

Clenilson - Eu disse: "dentro dos paradigmas racionalistas o "nada" é uma coisa que não existe." E não, dentro dos meus padrões de abordagem intelectual imaginante, o qual eu faço questão de ressaltar, são lendológicos. E só por curiosidade, você sabe o que é Lendológia?

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Pedro - "Pois bem, faço parte da trupe que acredita que o nada existe sim. Ora, a partir do momento que admito para mim mesmo de que o nada não existe eu parto (inconscientemente) do argumento de que ele existe. Logo, tudo sim existe, inclusive o nada. Isso também vale, é verdade, para a (des)crença saramaguiana e para os ateus. Como posso admitir a (in)existencia de Deus? Da mesmo forma que acredito na existencia do nada. Isso não quer dizer que Deus se reduza ao nada, mas que Ele existe, esteja eu admitindo essa existencia ou não, entende?"

Clenilson - Você é que não me entendeu. Acho que o Marcos Paulo Carlito captou a mensagem, quando ele fez a pergunta:
"- Ora, como o nada pode ser princípio e fim sem existir?

Pedro - "Quer saber como vc acredita na existencia do nada? Cito vc. "pois o "nada" não existe, e portanto nunca se acaba, é eterno. " Amigo, está aí a sua crença no nada. A partir do momento que vc admite que ele, o nada, nunca se acaba, vc está admitindo que ele existe,"

Clenilson - Será que você captou a intensão desse trecho do meu argumento?
Em outras palavras eu quis dizer que tais argumentos, existindo ou não existindo, partindo de quem parti, tanto faz como tanto fez. Não faz diferença nenhuma, não significa "nada" por mais importância que você dê a esse tipo de abordagem acadêmimbecilista .
Deu pra perceber que você entender a essência do pensamento, afinal é o óbvio. Mas você usa esse argumentos como se fosse um grande achado seu, para dizer que eu não disse. A minha intensão aqui não é entrar em debate com você. É contribuir de alguma forma com a luz do meu entendimento para as reflexões saudaveis que podem serem acentuadas com o destaque desse tema. E o ponto de partida foi o trechos literários do tal de "Sara mago".
Por enquanto, é isso ai. E aproveito para expor aqui uns versos que intitulei de:

Gênesico

No começo era "tudo" ou "nada"
Não existia nada, se existisse tudo.
E nem tudo era tudo, existindo o nada.
Ou tudo era tudo
Ou tudo era nada
Não dava pra ser nada e tudo
Nem tudo e nada
Ou nada era tudo
Ou tudo era nada
E ai o nada se encheu de tudo
E findou ficando só "tudo"...
E mais "nada"...

 
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  Marta Rodrigues
Marta Rodrigues
São Paulo, SP
1/10/2008 02:07

nossa... quanta grandeza em palavras... excelente! sexo gratis

 
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