Tenebroso
Na noite dos meus marasmos não tinha
flores brancas e nem vermelhas, lá as
aranhas faziam teias.
O escuro era cafifento com ar sinistro e
tenebroso, um verdadeiro tormento.
Mal dormia e me endurecia e o com o
medo me corroÃa.
Anjos malditos e decaÃdos altercavam
com os arcanjos protetores, lugar de
muitas dores.
Sombras sobrenaturais tentavam-me
matar sem ar e engasgado.
Suava frio com a força de um leão em
combate assustado.
Matei os mortos desgraçados e sem
a graça divina.
Peguei os tortos desesperados sem
luz ou lamparina.
Queimei-os com a ajuda de são Miguel.
Mandei pro inferno o chefe da besta o
maldito e cruel.
O NOVO POETA. (W.Marques).
O NOVO POETA. (W.Marques).
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