O Prof. Dr. Faustino da Rosa Júnior (professor@faustinojunior.com.br), doutor e pós-doutor em direito, consultor em gestão, pesquisador em produtividade, professor em cursos de graduação e de pós-graduação lato e stricto sensu de várias universidades nacionais e estrangeiras, dentre estas a FGV, o IBPEX, a Unianhanguera, a Uniasselvi, o Tecnodohms, o Censupeg, a SOET, o CENBRAP, a REDE LFG, a ULBRA entre outras, atuando também como consultor e avaliador de Instituições de Ensino Superior pelo INEP/MEC e pela OAB, fez questão de frisar na 56ª Feira do Livro de Porto Alegre “o Senado precisa destinar mais verba para a publicação de livros, como também, doar o que publica, ainda que pelo menos um exemplar, para as bibliotecas das Faculdades Públicas e Privadas de todo o Brasil e não só dos grandes centrosâ€.
Depois de adquirir mais de 20 livros, o professor avaliou as publicações do Senado como muito boas quanto ao conteúdo e ao preço e sugeriu que mais obras clássicas, principalmente do perÃodo do império, na área do direito constitucional, do direito administrativo e do direito civil brasileiro, bem como, da filosofia e história do direito façam parte do que vai ser publicado. Advogado e Professor, com escritórios no Brasil e na Argentina, disse que a instituição tem contribuÃdo e muito ao publicar obras fora de catálogo, que não são encontradas em outras editoras e que precisa sempre estar atenta para não perder o “valor da história nacionalâ€, em detrimento da história dos paÃses estrangeiros, pois as editoras do Brasil não têm dado o devido crédito a esta área.
Autor de trabalhos históricos, filosóficos e dogmáticos sobre o direito, pretende enviar os mesmos para avaliação pelo Conselho Editorial e disse “ao ser um leitor atento das obras das Edições do Senado creio que aqui é um caminho para o autor de obras profundas sobre temas jurÃdicos mais relevantes e que não tem espaço em outras editoras, por vezes, por não terem, necessariamente viés econômico, mas sim educativo e cultural. Dedico minha vida à docência e ao desenvolvimento do ensino jurÃdico no paÃs. Educar, ser professor, é tudo para mim e as Edições do Senado são um esteio para os que não têm vez e voz e têm trabalhos de conteúdo sério e vinculado à nossa tradição clássicaâ€.
Quanto à s Edições Técnicas, que é a linha editorial voltada para a publicação de leis, disse “vim, especialmente, comprar a tradicional Constituição de capa de couro e não encontrei. Gostaria que o Senado voltasse a reeditar se não vem reeditando. A constituição publicada pelo Senado geralmente é a mais atualizada do paÃs e o preço é acessÃvel e temos em vários formatos livro, separata e tablóide. O resto da legislação, apesar de não ter visto todos os livros, geralmente está atualizado a contento, portanto, acho que estas edições colaboram em muito para os estudantes de direitoâ€.
Quanto à s Edições em Braille o professor fez a mesma solicitação e de forma mais contundente de que “todas as publicações do Senado sejam das Edições do Senado, Técnicas ou em Braille, repito, tem que ser distribuÃdas para todas as bibliotecas das Universidades Particulares, que são mais de 2000, como também, públicas que creio são em torno de cinco por capital, isto é fundamental para todos os alunos inclusive os portadores de deficiência visual. Quanto à s instituições que o Senado tem catalogadas para recebimento de publicações, só elogio, mas, há que se fazer um trabalho maior quanto à s que não recebem. Termino dizendo, o Senado é do Brasil e é importante que veja o Brasil como um todo, não só o público, mas, o privado, pois, todos precisamos das publicações do Senado, que são realmente comprometidas com a excelência acadêmica e pedagógica, e não com a venda de exemplares, como ocorre com as demais editorasâ€.
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