APRENDENDO COM OS ÍNDIOS KRAHÔS

Sinvaline
Familia krahô
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Sinvaline · Uruaçu, GO
28/9/2007 · 277 · 40
 

APRENDENDO COM OS ÍNDIOS KRAHÔS

Ainda existem as comunidades que insistem em preservar seus costumes, como os índios Krahôs no município de Itacajá, Tocantins. Na permanência de oito dias entre eles, pude observar detalhes dessa resistência que eles mantêm mesmo já convivendo com o homem branco.

Vivem de forma ordenada em 20 aldeias do território Krahô, numa área de 302 mil hectares no nordeste do Tocantins. Sobrevivem da plantação de mandioca, milho, banana; alguns criam porcos, galinhas e ainda utilizam a caça para completar a alimentação. Contam também com a ajuda da FUNAI e do governo com as aposentadorias. Mas o destaque do trabalho dos krahôs está no artesanato: eles produzem cestas, bolsas, colares, brincos, pulseiras e outros. Para isso usam palhas de coqueiro, sementes variadas do cerrado. Confeccionam peças raríssimas com muita habilidade.

Nas escolas aprendem o português e o krahô que é uma língua muito complexa e diversificada. A comunidade infantil é enorme, devido à sua cultura ter como riqueza as crianças para a preservação da tribo.

Cada aldeia tem um cacique que conduz as decisões sempre resolvidas coletivamente e este tem o olhar atento no sentido de preservação dos costumes. Até o horário da televisão é controlado, ele me explica que as crianças não podem se envolver muito com a TV e esquecer os modos indígenas.

Pela manhã eles se reúnem em círculo para discutir o que vai ser feito no dia e nessa discussão entram os sonhos da noite anterior, que pode ser uma previsão importante. Com muita calma decidem o que cada qual vai realizar naquele dia.

As vozes krahôs se confundem: Impej (bom, ótimo, bacana), Wamaramõ (até mais, vou me embora) ... No meio do bate papo, muito sorriso, a índia Krãmpej levanta, vai logo perto abre as pernas, a urina adentra a terra, sem cerimônia ela segue altiva, dona do seu mundo de pequena extensão e tão grande em qualidade!

As crianças, os jovens, os velhos sorriem muito, são felizes, livres; nada é proibido. No rio todos nus nadam, gritam e sorriem. A água é sagrada, não podem contaminá-la.

O índio Xorxor viu um brinquedo na cidade e o reproduziu em madeira. O filho, o neto, os adultos todos brincam com a novidade, o indiozinho o empurra ensaiando os primeiros passos naquela espécie de triciclo com rodas de pau. Incrível como eles descobrem nas pequenas coisas grandes vivências.

Na hora da foto Xorxor tira o chapéu, sorrindo escancaradamente, peço-lhe para ajeitar o cabelo, mas ele assanha-os mais ainda e diz:

-Deixa assim, eu sou homem do mato!

Hora de falar sério, o velho índio junta os pés, todos se calam e de cabeça baixa o ouvem. Fala do seu sentimento com voz pausada, dos sonhos voando nos cabelos brancos. Os olhinhos apertados brilham, ele passa às gerações futuras como ser sempre índio krahô. O índio mais novo sabe onde estão os nós, é preciso desatá-los um a um, diz ele e eloqüente dita os passos sob os olhares atentos, nada se perde.

A riqueza maior do índio krahô são os filhos, eles garantem a perpetuação da nação krahô e assim as crianças são tão importantes quanto os velhos, todos participam das brincadeiras, o respeito pelo outro se faz em tudo.

Na reunião da manhã a esposa do cacique não pode comparecer, este ouve tudo atentamente, opina e se vai. No dia seguinte demora a aparecer, lhe pergunto o que aconteceu, ele calmamente diz:

- Fui durmi muito tarde, a lua já alta...

Insisto:

- Mesmo, perdeu o sono?

Ele traga o cigarro e com voz firme responde:

- Não, foi purquê minha muié num tava na runiao e ai tive que contá pra ela tudo cunversa lá, ela gosta saber tudo que fala todo mundo...

A seriedade na convivência entre eles se vê na voz firme do cacique, é na importância dos detalhes que deixam transparecer esse respeito.

Um índio tem a esposa doente, leucemia. Sofre com ela, tem os olhos tristes, pede aos deuses para curá-la e a trata com um carinho especial como se fosse uma criança...

A índia Pokwýj amamenta o filho, o leite é farto, os bebês passam o dia dependurados nas mães. As crianças não recebem ordens, apenas pedidos. Quando questionada sobre o castigo dos filhos, a índia diz séria:

- Foi papã (Deus) que deu, não pode maltratar a criatura que papã deu, saiu da barriga, eu não espanca a criatura que papã dá, eu cuida dele!

Fomos pescar, eu,Xorxor e Abílio. Sol quente, poucos peixes, só eu conseguia fisgar algum pequeno de vez em quando e exibia para os dois que me olhavam desconfiados de longe.

Daí alguns minutos Xorxor senta bem perto de mim calado e continua pescando. Ouço algo se debatendo dentro do mocó dele, curiosa pergunto:

- O que está mexendo ai?

Ele deita de tanto rir e depois exibe o peixe grande que havia pegado, assim mostrando vantagem em sua pescaria.

Dia de festa, o Kã está lotado de índios, todos juntos sempre em círculo iluminados pela lua que nasce. Começa o ritual: um índio alto, cabelos longos, semi nu sacode o corpo marchando pra lá e pra cá, a voz forte canta na língua krahô um som que enche a aldeia, é um clamor aos céus. Outro velho índio faz um chamado cantado, sua voz é marcante, repercute em toda a aldeia e outros vão se juntando ao círculo. Vozes femininas fazem segunda voz e os sons adentram pela noite, um espetáculo se faz sob olhares e ouvidos atentos...

Trouxe comigo o olhar apaixonado do índio pela vida, a firmeza na voz buscando ser feliz na íntegra. A continuidade da etnia se faz no olhar que vê a beleza interior, na escolha do macho que vê a fêmea na grandeza dos seios prometendo mais leite para amamentar os filhos, enchendo a aldeia do mesmo sangue...

A jovem índia olha os músculos do moço, a força para plantar a roça e não seus cabelos negros que brilham seduzindo ao sol; no olhar criança ela imagina a perpetuação de sua raça...

O suspiro do índio, o olhar desconfiado da índia... Todos buscam o sonho, querem preservar a memória, numa vida livre, sem regras, sem horários,nas suas terras e águas sagradas.

Não há pressa, há uma harmonia ameaçada pelos costumes civilizados que invadem a aldeia diante do olhar sereno e forte do cacique impondo a conservação da cultura de seu povo.


Sinvaline, aldeia Krahô, novembro de 2006

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Luiz de Aquino
 

Excelente matéria!
O Brasil precisa conhecer melhor sobre os verdadeiros brasileiros, os nativos pré-Cabral. Infelizmente, eles hoje são apenas uma amostra rala... Uma evidência da crueldade do dito homem civilizado. Civilizado?
Parabéns, Sinvaline!

Luiz de Aquino · Goiânia, GO 25/9/2007 08:04
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Andréa Teixeira
 

Bom dia Sinvaline,
Parabéns por mais esta matéria cheia de vida e sabedoria.
bj,
Andréa

Andréa Teixeira · Goiânia, GO 25/9/2007 08:26
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Alba Franco
 

Olá Sinva, parabéns pela matéria...fico feliz em ler seus artigos aqui no Over Mundo. Alba Franco

Alba Franco · Goiânia, GO 25/9/2007 08:56
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Higor Assis
 

Sinvaline.

Gostei muito dessa. A matéria é de 2006, sabe nos dizer como anda a aldeia em tempos atuais ? Um abraço!

Higor Assis · São Paulo, SP 25/9/2007 09:12
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Sinvaline
 

Obrigada Luiz de Aquino, Andrea, Alba, ouvindo de gente tão importante como voces essas palavras, fico toda, toda....
bjs
sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 25/9/2007 09:17
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Sinvaline
 

Olá Higor, tem novidades na aldeia, ja funciona internet, mandei o link pra eles, vamos ver se comentam!
bjs e obrigada
sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 25/9/2007 09:18
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Neilson Mendes, o pequeno poeta
 

Sinvaline, vc é mesmo privilegiada. Conseguiu adentrar um universo cuja civilizacao se constitui a partir de uma estrutura mental, bem diferente do modelo judaico-cristao, embalado pelas doutrinas do individualismo capitalista. Há uma aluna do quarto ano do curso de história, cujo pedido para fazer um trabalho (monografia) sobre os avacanoiros, foi negado pela FUNAI, nao permitiram que ela fosse entrevistar os remanescentes dessa nacao, como vc conseguiu essa proeza? e + uma vez parabens pela narrativa

Neilson Mendes, o pequeno poeta · Uruaçu, GO 25/9/2007 09:23
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Marcos Paulo
 

Oi Sinvaline. De repente, no momento que vc postou, deve ter colocado negrito. O ideal é a publicação entrar sem negrito. Tem como vc editar?

Marcos Paulo · Rio de Janeiro, RJ 25/9/2007 10:14
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Sinvaline
 

Pronto, obrigada pela dica. Mas tem alguma problema se ficar em negrito?
abraços
sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 25/9/2007 10:29
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ww.morais
 

Oi Sinvaline! Gostei muito do seu texto, APRENDENDO COM OS ÍNDIOS KRAHÔS, nos faz pensar se vale a pena a correria do dia-a-dia!

ww.morais · Paraúna, GO 25/9/2007 10:36
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Saramar
 

Olá Sinvaline (que nome lindo!).
Fiquei encantada com seu texto.
A impressão é que estava lá junto com você, vivendo essa experiência quase fantástica, de tão diferente do nosso cotidiano.
Gostei demais.

beijos

Saramar · Goiânia, GO 25/9/2007 12:16
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Sinvaline
 

Saramar, é a primeira vez que alguem acha meu nome bonito! Obrigada, se pudesse ia morar com os krahôs...

bjs
sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 25/9/2007 13:02
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Fatima Paraguassu/Santa Cruz de Goiás
 

Sinva,
Vejo que falta no mundo em que vivemos, este respeito cultivado no dia a dia dos Índios. Entre nós infelizmente há a competição, a desonestidade, a ganância...Entre eles a vida parece simples, fácil de sr vivida!
Nada é urgente, é tudo a seu tempo.Voce é privilegiada por ter vivido estes momentos.

Fatima Paraguassu/Santa Cruz de Goiás · Santa Cruz de Goiás, GO 25/9/2007 21:02
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Veronica Aldé
 

Os indios trazem sabedorias muito antigas e profundas e agora mais do que nunca essas refências precisam ser ouvidas e vividas...esse artigo e a sua sensibilidade em captar as entre-linhas nos aproximam, e isso é bom demais!
Valeu!Continue sempre com esse olhar e esse punho firme!
vero

Veronica Aldé · Goiânia, GO 26/9/2007 21:07
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Roberta Tum
 

Belo tema, bela matéria,
Moro no Tocantins e os Krahô são muito presentes na cultura
local. Sobre este tema escrevi As lições do cacique Krahô.
Votadíssima!

Roberta Tum · Palmas, TO 27/9/2007 09:21
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anamineira
 

Parabéns pelo maravilhoso texto. Aprendi muito. Por morar em Belo Horizonte, longe desse povo que também é meu irmão, senti muita vontade de conhecê-los de perto. Agradecida. Abraços mineiros. Votado.

anamineira · Alvinópolis, MG 27/9/2007 12:39
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Saramar
 

Voltei para votar.
Espero que conte mais histórias tão instrutivas sobre ese povo fascinante.
Obrigada.
beijos
P.S. Seu nome é realmente bonito. Lembra-me selva, impressões silvestres, rios...

Saramar · Goiânia, GO 27/9/2007 21:45
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Cida Almeida
 

Sinvaline, tenho lido todas as suas colaborações. Só não tenho tido tempo de comentar... Semana daquelas! Faço isso assim que der, com mais atenção.

Beijo grande.

Cida Almeida · Goiânia, GO 28/9/2007 09:54
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Sinvaline
 

Obrigada pelos comentarios Roberta, Ana , Saramar, Cida. Dentro de minhas possibilidades continuarei mostrando um pouco do interior goiano; as palavras de voces me incentivam muito, obrigada mesmo!

Abraços
Sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 28/9/2007 12:46
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jjLeandro
 

Sinvaline, belo relato sobre um povo que ao longo dos tempos sofreu muitas atrocidades praticadas pelo colono branco.
Os índios krahô migraram muito e terminaram encontrando em Itacajá uma região para fincar raízes. Em uma colaboração cito alguma coisa sobre eles na região de Babaçulândia-TO.
abcs

jjLeandro · Araguaína, TO 28/9/2007 14:59
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Joana Eleutério
 

Sinvaline,
Acho muito legal este bilingüismo das comunidades indígenas. Temos alguns professores da UnB muito envolvidos com estes projetos, que vão ajudar muito aos indígenas tanto na preservação de sua cultura como dar a eles o acesso necessário para se tornerem de fato cidadãos brasileiros. Acho que tô com uma pontinha de inveja de sua experiênai. Parabéns!!!

Joana Eleutério · Brasília, DF 28/9/2007 23:25
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Lobodomar
 

Parabéns por esse trabalho maravilhoso. Voto carimbado. Grande abraço!

Lobodomar · Guarapari, ES 29/9/2007 08:55
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Marcos Paulo Carlito
 

Sinvaline,

Tudo o que se refere à cultura nativo-americana merece voto.

Abraços e Parabéns.

Marcos Paulo Carlito

Marcos Paulo Carlito · , MS 29/9/2007 09:16
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Walesson Gomes
 

Sinvaline parabéns pela matéria... mais como anda a tribo agora?!
Abraços,

Walesson Gomes · Belo Horizonte, MG 29/9/2007 09:23
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Zezito de Oliveira
 

Sinvaline,

Encantado com a matéria. Recentemente em uma roda de diálogo com a participação de uma tribo urbana, caravana arcoiris por la paz, conversamos sobre como educar crianças e jovens para a paz, valorizando as artes e a sabedoria ancestral indigena.
Lembro-me da letra da música de Caetano Veloso, Um Indio, que cantamos ao final " e aquilo que nesse momento se revelará aos povos surpreenderá a todos não por ser exótico
mas pelo fato de poder estar sempre estado oculto quando terá sido o óbvio".

Abraço,



Zezito de Oliveira · Aracaju, SE 29/9/2007 10:54
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Cintia Thome
 

Sinvaline,

Texto muito importante, merece a primeira página do Overmundo por se tratar dos índio que sofreram muito na mão do branco em suas gerações. Tocantins tem que se orgulhar ...mas pergunto, como estão agora? ( a mesma pergunta do overmano Walesson...)
Bravo!
Votado mesmo!
abç

Cintia Thome · São Paulo, SP 29/9/2007 11:22
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Rubenio Marcelo
 

Bela matéria! Li e reli e retornarei a ler. Que bom sabermos que o nível cultural deste site é desta qualidade. Parabéns!!!

Rubenio Marcelo · Campo Grande, MS 29/9/2007 11:26
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Alê Barreto
 

Não pare, produza outros!

Alê Barreto · Rio de Janeiro, RJ 29/9/2007 20:12
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Sinvaline
 

Obrigada J leandro, Joana, L do Mar, Marcos, Walesson, Zezito, Cintia, Rubenio, Alê. Os indios krahôs estao já com internet, apesar de ainda ser energia de motor, têm a radio, porém continuam preservando seus costumes com muita garra.
Mandei para o Celino Krahô, esse texto ainda nao me respondeu, eles estao em fase de aprendizagem. Mas será otimo ver o comentario de um indio krahô aqui, nao acham?
beijos, obrigada a todos
sinvaline

Sinvaline · Uruaçu, GO 30/9/2007 15:52
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força da natureza
 

nossa fiquei encantada com a materia, tive uma vontade enorme de estar na aldeia com todos.parabens. beijos.

força da natureza · Campo Alegre de Goiás, GO 1/10/2007 12:54
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hel
 

Sinvaline, seu texto trouxe para nós a pedagogia que tantos estudiosos procuram para educar as crianças de hoje. Os índios Krahô tem esta sabedoria nata, temos muito o que aprender com eles. Parabéns pelo texto. Estou torcendo para que tenha a oportunidade de visitar a aldeia dos Krahôs novamente. Abraços. Helvia

hel · Uruaçu, GO 9/10/2007 15:21
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jornalcidade
 

Sinvaline Pinheiro, filha de Uruaçu, consegue enxergar ângulos incríveis, através de suas preciosas entrelinhas. Trata-se de um grande e precioso talento existente no Norte de Goiás. 'Aprendendo...' é um exemplo claro de seu talento.
Parabéns Sinvaline, parabéns Uruaçu!

jornalcidade · Uruaçu, GO 11/10/2007 10:02
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Mario Vilela
 

Minha querida, queria que ao menos um dia na vida todas as pessoas pudessem repara tamanha beleza, simplicidade e espontaniedade, que fazem destes povos de sabedoria milenar, o elo maior para todas as respostas que tanto necessitamos e sonhamos em termos um dia..., o equilibrio e paz sobre o nosso planeta.
Axé, wamaramo!!!

Mario Vilela · Cuiabá, MT 27/10/2007 17:36
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Sinvaline
 

obrigada pelo comentario. ainda bem que vc fotografa tanta beleza e pode repassa-la ao mundo...
bjs
sinvaline

Sinvaline · Uruaçu, GO 27/10/2007 21:41
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Eliane Morena
 

LI E ADOREI OS TEXTO , QUERO DEIXAR OS MEUS PARABENS A SINVALINE PELA A ESCRITA DOS TEXTO DE UMA LINGUAGEM SIMPLES E FACIL DE COMPREENDER.
ABRAÇOS

Eliane Morena · Palmas, TO 29/10/2007 12:30
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Sinvaline
 

Obrigada Eliane. Aguarde proximos textos em breve
beijao
sinva

Sinvaline · Uruaçu, GO 29/10/2007 12:32
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EG.
 

sinvaline.
Parabens pelo seu trabalho,nós filhos de Uruaçu, ficamos orgulhosos de ter uma filha que preocupa em resgatar a sua memória.Parabens. Edson e Estela.

EG. · Uruaçu, GO 17/11/2007 15:21
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Neiry Celestino
 

Gostaria de ter também esta oportuidade um dia, parabéns pelo seu trabalho!

Neiry Celestino · Goiânia, GO 16/5/2008 07:56
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Carlos Mota
 

Carlos Mota · Goiânia, GO 1/12/2008 10:43
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Escritora Eliane Potiguara
 

Oi amada,lindíssimo seu texto, parabéns, mulheres como vc, precisamos, com garra. Obrigada por ter escrito em meu espaço. Façamos parcerias e beijo de luz.

Escritora Eliane Potiguara · Rio de Janeiro, RJ 3/12/2008 11:34
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A famosa pescaria
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